A Prefeitura de Jateí intensificou o monitoramento do mosquito Aedes aegypti nesta semana, antes do período de chuvas que costuma elevar o risco de proliferação do vetor da dengue, zika e chikungunya. O município usa o Projeto Ovitrampas, sistema de armadilhas espalhadas por pontos estratégicos da cidade para detectar a presença de larvas antes que elas se tornem um problema maior.
Pelo mapa de calor gerado pelas armadilhas, a situação em Jateí está sob controle neste momento. Mas a proximidade da temporada de chuvas preocupa a gestão municipal, já que o acúmulo de água é o principal fator que dispara a reprodução do mosquito em poucos dias.
Servidores da Secretaria Municipal de Saúde percorrem as ruas de Jateí todos os dias para vistoriar imóveis, orientar moradores e identificar possíveis criadouros do mosquito. O trabalho de campo é a principal ferramenta de vigilância epidemiológica adotada pelo município neste momento do ano.
"Para proteger a nossa comunidade, o apoio de cada morador é indispensável. Elimine os focos e ajude a manter Jateí livre da dengue, zika e chikungunya", diz o comunicado da administração municipal.
A prefeitura recomenda que moradores, comerciantes e donos de outros tipos de imóvel façam uma vistoria semanal em quintais e áreas externas. A lista de itens que mais viram foco de reprodução do mosquito inclui:
O alerta em Jateí segue o movimento de outras cidades de Mato Grosso do Sul que reforçam a vigilância epidemiológica antes das chuvas. Em Corumbá, a estratégia inclui a soltura de mosquitos com a bactéria Wolbachia para reduzir a transmissão da doença, enquanto Maracaju já registrou 10 casos de dengue e chikungunya somente em agosto.
Fontes: PREFEITURA DE JATEÍ