Jateí reforça monitoramento do Aedes aegypti antes das chuvas

Prefeitura usa ovitrampas para mapear o mosquito e pede que moradores eliminem água parada em casas e quintais

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Jateí reforça monitoramento do Aedes aegypti antes das chuvas
Jimmy Chan/Pexels

A Prefeitura de Jateí intensificou o monitoramento do mosquito Aedes aegypti nesta semana, antes do período de chuvas que costuma elevar o risco de proliferação do vetor da dengue, zika e chikungunya. O município usa o Projeto Ovitrampas, sistema de armadilhas espalhadas por pontos estratégicos da cidade para detectar a presença de larvas antes que elas se tornem um problema maior.

Pelo mapa de calor gerado pelas armadilhas, a situação em Jateí está sob controle neste momento. Mas a proximidade da temporada de chuvas preocupa a gestão municipal, já que o acúmulo de água é o principal fator que dispara a reprodução do mosquito em poucos dias.

Agentes de endemias fazem rondas diárias

Servidores da Secretaria Municipal de Saúde percorrem as ruas de Jateí todos os dias para vistoriar imóveis, orientar moradores e identificar possíveis criadouros do mosquito. O trabalho de campo é a principal ferramenta de vigilância epidemiológica adotada pelo município neste momento do ano.

"Para proteger a nossa comunidade, o apoio de cada morador é indispensável. Elimine os focos e ajude a manter Jateí livre da dengue, zika e chikungunya", diz o comunicado da administração municipal.

O que pode virar criadouro dentro de casa

A prefeitura recomenda que moradores, comerciantes e donos de outros tipos de imóvel façam uma vistoria semanal em quintais e áreas externas. A lista de itens que mais viram foco de reprodução do mosquito inclui:

  • Pneus velhos
  • Garrafas plásticas e de vidro
  • Latas e embalagens descartadas
  • Sacolas plásticas
  • Pratinhos de vasos de plantas
  • Baldes e recipientes sem tampa
  • Calhas entupidas

O alerta em Jateí segue o movimento de outras cidades de Mato Grosso do Sul que reforçam a vigilância epidemiológica antes das chuvas. Em Corumbá, a estratégia inclui a soltura de mosquitos com a bactéria Wolbachia para reduzir a transmissão da doença, enquanto Maracaju já registrou 10 casos de dengue e chikungunya somente em agosto.

Fontes: PREFEITURA DE JATEÍ


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