O Bioparque Pantanal celebrou o Natal com uma ação emocionante, realizando o sonho da menina Ludmila Calisto, de 9 anos, que sempre desejou conhecer o maior aquário de água doce do mundo. Recebida pelo Papai Noel e pela diretora do parque, ela viveu um dia repleto de alegria e descobertas. Durante a visita, um axolote albino foi batizado com seu nome, tornando o momento ainda mais especial. A diretora destacou o papel social e educativo do Bioparque, enfatizando que ações como essa transformam vidas. Para Ludmila, foi um Natal inesquecível, onde seus sonhos se tornaram realidade.
O espírito do Natal tomou conta do Bioparque Pantanal em uma ação marcada por emoção, solidariedade e esperança. Aos 9 anos, Ludmila Calisto viveu um dia inesquecível ao realizar o sonho de conhecer o maior aquário de água doce do mundo, desejo que havia sido compartilhado em uma carta enviada à Campanha Papai Noel dos Correios.
Logo na chegada, Ludmila foi recebida pelo Papai Noel e pela diretora-geral do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieri. O encontro simbolizou a força da solidariedade típica do período natalino e deu início a uma visita repleta de descobertas. Encantada com os tanques, as espécies e a grandiosidade do complexo, a criança percorreu os espaços com entusiasmo, brilho nos olhos e muitos sorrisos.
A cada ambiente visitado, a emoção ficava evidente. Ludmila compartilhou a alegria de ver seu sonho se tornar realidade.
“Foi um dia muito maravilhoso para mim, tudo foi lindo. Eu amei vir ao Bioparque Pantanal. A namorada do meu primo me ajudou a realizar esse sonho, levando minha carta para o Papai Noel”, contou.
Durante o percurso, a menina foi surpreendida com uma homenagem simbólica e marcante em sua primeira visita. Um axolote albino, espécie nativa do México, recebeu o nome de Ludmila durante a inauguração do recinto. Emocionada, ela descreveu o momento especial.
“Foi maravilhoso e vou adorar ficar com essa turma”, disse.
Para a diretora-geral do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieri, a ação reforça o papel social e educativo do complexo.
“Receber a Ludmila hoje é lembrar que o Bioparque Pantanal vai muito além da visitação. Aqui, realizamos sonhos, despertamos encantamento e plantamos sementes de cuidado com a natureza. Ver a alegria dela ao conhecer o Bioparque e ao saber que um axolote leva seu nome nos emociona profundamente e nos inspira a seguir trabalhando para transformar vidas por meio da educação, da ciência e da sensibilidade humana”, destacou.
Para Ludmila, a experiência ficará guardada como um Natal inesquecível, daqueles em que sonhos saem do papel e ganham vida.