Frigorífico anuncia retomada das atividades e mais de 250 empregos em Juti

Frigo Juti prevê reiniciar operações em 1º de outubro; reabertura deve movimentar mercado de trabalho e cadeia da pecuária na região

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O Frigo Juti, frigorífico de bovinos instalado às margens da BR-163, em Juti, prepara a retomada das atividades industriais para 1º de outubro. Segundo informação repassada pelo supervisor de produção geral, Cesar da Silva Vieira, a expectativa da empresa é criar mais de 250 oportunidades de emprego com a reativação da unidade. A retomada já vinha sendo preparada com processos de recrutamento realizados na região. 

Em agosto, o frigorífico realizou seleção de trabalhadores em Caarapó, com oportunidades em pelo menos 13 áreas. Entre as funções anunciadas estavam auxiliar de linha de produção, magarefe, faqueiro, triparia, controle de qualidade, balanceiro, curral, higienização, cozinha, lavanderia, vestiário, lombador e desossa. A empresa também informou oferecer benefícios como alimentação no local, transporte fretado e programas internos de reconhecimento dos funcionários.

A geração de empregos já fazia parte dos compromissos relacionados à retomada da planta. Em julho de 2025, a Prefeitura de Juti sancionou a Lei Municipal nº 737/2025, autorizando isenção de taxa para regularização do projeto arquitetônico do frigorífico. Como contrapartida, a empresa assumiu o compromisso de manter a unidade no município e garantir pelo menos 200 empregos diretos a partir do início das atividades industriais. A previsão mais recente de mais de 250 oportunidades, portanto, supera o quantitativo mínimo previsto na legislação municipal. 

O empreendimento pertence à razão social Frigorífico Juti Importação e Exportação Ltda. e está localizado no km 177 da BR-163. A atividade econômica principal registrada para a unidade é o abate de bovinos, além de atividades relacionadas à fabricação de produtos de carne, preparação de subprodutos do abate e comércio atacadista de carnes. 

Além dos empregos dentro da indústria, a retomada tem potencial para movimentar outros segmentos da economia regional ligados à cadeia da carne bovina, como pecuária, transporte, comércio e prestação de serviços. O próprio processo de recrutamento foi estendido para trabalhadores de municípios vizinhos, ampliando o alcance econômico da reabertura da unidade frigorífica em Juti.


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