Câmara vota tombamento das barracas de Anhanduí para preservar patrimônio cultural

Proposta busca proteger um dos pontos mais tradicionais às margens da BR-163

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A Câmara Municipal de Campo Grande deve apreciar projeto que prevê o tombamento das tradicionais barracas de Anhanduí, localizadas às margens da BR-163. A iniciativa tem como objetivo reconhecer a importância histórica, cultural e econômica do espaço, conhecido por receber diariamente moradores, turistas e caminhoneiros que passam pela região.

As barracas se consolidaram ao longo das décadas como um dos principais pontos de parada do distrito de Anhanduí, oferecendo produtos artesanais, alimentos típicos e itens regionais que ajudam a movimentar a economia local. O conjunto comercial também se tornou uma referência para quem trafega pela rodovia que liga Campo Grande a municípios do interior e a outros estados.

De acordo com os defensores da proposta, o tombamento garante maior proteção ao patrimônio, evitando alterações que descaracterizem a identidade do local e contribuindo para a preservação da memória da comunidade. A medida também pode abrir caminho para futuras ações de valorização turística e cultural.

Além do aspecto histórico, as barracas representam uma importante fonte de renda para famílias do distrito. Comerciantes destacam que o reconhecimento oficial pode fortalecer a visibilidade do espaço e atrair novos investimentos voltados ao turismo regional.

O projeto será analisado pelos vereadores e, se aprovado, o conjunto passará a integrar a relação de bens protegidos do município. A expectativa é que a medida contribua para manter viva uma das tradições mais conhecidas da região sul de Campo Grande.

Patrimônio que faz parte da história

Mais do que um ponto comercial, as barracas de Anhanduí fazem parte da identidade cultural do distrito. O local reúne histórias de gerações de comerciantes e visitantes, sendo considerado uma parada tradicional para quem percorre a BR-163.

A proposta reforça a tendência de valorização de espaços que preservam a memória coletiva e ajudam a contar a história do desenvolvimento econômico e social da região.


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