Confinamento bovino em MS cresce 17,8% e destaca o Estado entre os maiores do país

Estado ocupa a quarta posição no ranking nacional, segundo Censo de Confinamento 2025

- Redação MSConecta
19/02/2026 06h56 - Atualizado há 3 semanas
Confinamento bovino em MS cresce 17,8% e destaca o Estado entre os maiores do país
Censo mostra confinamento bovino crescendo mais de 16% e alcançando destaque nacional. - Foto: Acrisul / Reprodução
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Em 2025, o confinamento bovino em Mato Grosso do Sul alcançou 900 mil cabeças, um aumento de 17,8% em relação ao ano anterior, posicionando o estado como o quarto no Brasil. Nacionalmente, o total chega a 9,25 milhões, com Mato Grosso liderando. O crescimento local reflete a intensificação produtiva na pecuária, visando aumentar a produtividade, reduzir riscos de sazonalidade e melhorar a oferta para a indústria frigorífica. Acompanhar esse avanço requer soluções nutricionais sustentáveis e manejo adequado, essencial para a competitividade do estado no mercado de carne bovina.

O confinamento bovino em Mato Grosso do Sul alcançou 900 mil cabeças em 2025, crescimento de 17,8% em relação ao ano anterior, conforme dados do Censo de Confinamento 2025, divulgado pela dsm-firmenich. O resultado mantém o Estado na quarta posição nacional e reforça a intensificação produtiva como estratégia consolidada na pecuária sul-mato-grossense.

No cenário nacional, o confinamento atingiu 9,25 milhões de cabeças, alta de 16% frente a 2024. Mato Grosso lidera o ranking com 2,2 milhões de bovinos confinados, seguido por São Paulo e Goiás, ambos com 1,4 milhão. Minas Gerais fecha o grupo dos cinco maiores estados, com 800 mil cabeças.

Intensificação ganha espaço em MS

O crescimento registrado em Mato Grosso do Sul acompanha um movimento nacional de profissionalização da atividade. O sistema de confinamento tem sido adotado como ferramenta para:

  • aumentar produtividade por hectare;
  • reduzir riscos ligados à sazonalidade das pastagens;
  • melhorar padronização dos lotes;
  • ampliar previsibilidade de oferta para a indústria frigorífica.

A intensificação produtiva também fortalece a competitividade do Estado, que já figura entre os principais exportadores de carne bovina do Brasil.

Indústria e tecnologia acompanham avanço

Segundo representantes da dsm-firmenich, o avanço do confinamento exige soluções nutricionais cada vez mais precisas e sustentáveis. O uso de dados, manejo adequado e suplementação estratégica têm sido apontados como fatores determinantes para atravessar ciclos de mercado com maior resiliência.

Para Mato Grosso do Sul, onde a pecuária é um dos pilares da economia, o crescimento do confinamento indica uma transição contínua para sistemas mais tecnificados, alinhados às exigências de mercado interno e exportação.

 


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