Pasto é dinheiro: conheça a estratégia para produzir a arroba mais barata de 2026

Segredo está na gestão do estoque vivo da propriedade

- Gabriela Porto
03/02/2026 18h22 - Atualizado há 4 semanas
Pasto é dinheiro: conheça a estratégia para produzir a arroba mais barata de 2026
Foto: Divulgação
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A antecipação de decisões e o manejo eficiente do capim são essenciais para o sucesso do pecuarista em 2026, conforme apontado pela MFG Agropecuária. Vanderlei Finger, gerente da empresa, destaca que a lucratividade dependerá mais da gestão do estoque vivo do que de aumentos repentinos de preços. A terminação intensiva se mostra uma estratégia importante para os animais que ainda precisam de ganho de peso, enquanto a MFG se apresenta como uma extensão da propriedade, ajudando na otimização da produção e reposição do gado.

Conforme visto desde o fim de 2025, a antecipação de decisões tem sido o fator primordial para o pecuarista enfrentar o atual momento do ciclo pecuário. Em novembro e dezembro, a MFG Agropecuária alertava que a janela para se fazer a reposição de maneira estratégica estava prestes a abrir. Com a passagem das primeiras semanas de 2026, o cenário não apenas confirmou a análise como mostrou que o manejo do capim deixou de ser apenas uma variável operacional para se tornar o grande diferencial financeiro da safra.

“Neste ano, o lucro da pecuária não será decidido no ‘grito’, mas no manejo. Com o mercado físico e futuro operando em águas calmas no primeiro trimestre, o produtor que esperar apenas por uma explosão de preços para ganhar dinheiro poderá perder a maior oportunidade da safra: a produção de arrobas de baixíssimo custo dentro da própria fazenda”, observa Vanderlei Finger, gerente corporativo de Originação da MFG Agropecuária.

Segundo aponta o gerente, o segredo está na gestão do estoque vivo da propriedade, trocando os lotes que já cumpriram seu papel no pasto por uma reposição de alto desempenho.

“O foco continua sendo a otimização da eficiência biológica, que seria direcionar as pastagens para quem entrega a melhor conversão alimentar durante o verão e utilizar o confinamento para acelerar o acabamento de carcaça dos animais com peso de abate”, explica o gerente.

Colheita da "Fruta Madura"

Na pecuária, boi pronto é o mesmo que fruta madura, ou seja, se passar do ponto começa a custar caro. A boiada que atingiu o ganho necessário deve seguir para o frigorífico. Já, para aqueles mais erados e intermediários, que ainda precisam de carcaça, mas já apresentam eficiência decrescente no sistema de pastagens, a terminação intensiva é uma grande aliada do manejo.

Neste cenário, a MFG Agropecuária, com unidades na Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e São Paulo, torna-se uma verdadeira extensão da fazenda. “Ao enviar o gado intermediário para uma de nossas unidades, o produtor limpa a pastagem e abre caminho para o bezerro. No confinamento, aquele animal mais pesado terá a dieta perfeita para uma terminação rápida, enquanto, no pasto, ele cederia lugar aos mais jovens, que são o verdadeiro motor de lucro nas águas”, avalia Finger.

Conforme visto desde o fim de 2025, a antecipação de decisões tem sido o fator primordial para o pecuarista enfrentar o atual momento do ciclo pecuário. Em novembro e dezembro, a MFG Agropecuária alertava que a janela para se fazer a reposição de maneira estratégica estava prestes a abrir. Com a passagem das primeiras semanas de 2026, o cenário não apenas confirmou a análise como mostrou que o manejo do capim deixou de ser apenas uma variável operacional para se tornar o grande diferencial financeiro da safra.

“Neste ano, o lucro da pecuária não será decidido no ‘grito’, mas no manejo. Com o mercado físico e futuro operando em águas calmas no primeiro trimestre, o produtor que esperar apenas por uma explosão de preços para ganhar dinheiro poderá perder a maior oportunidade da safra: a produção de arrobas de baixíssimo custo dentro da própria fazenda”, observa Vanderlei Finger, gerente corporativo de Originação da MFG Agropecuária.

Segundo aponta o gerente, o segredo está na gestão do estoque vivo da propriedade, trocando os lotes que já cumpriram seu papel no pasto por uma reposição de alto desempenho.

“O foco continua sendo a otimização da eficiência biológica, que seria direcionar as pastagens para quem entrega a melhor conversão alimentar durante o verão e utilizar o confinamento para acelerar o acabamento de carcaça dos animais com peso de abate”, explica o gerente.

Colheita da "Fruta Madura"

Na pecuária, boi pronto é o mesmo que fruta madura, ou seja, se passar do ponto começa a custar caro. A boiada que atingiu o ganho necessário deve seguir para o frigorífico. Já, para aqueles mais erados e intermediários, que ainda precisam de carcaça, mas já apresentam eficiência decrescente no sistema de pastagens, a terminação intensiva é uma grande aliada do manejo.

Neste cenário, a MFG Agropecuária, com unidades na Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e São Paulo, torna-se uma verdadeira extensão da fazenda. “Ao enviar o gado intermediário para uma de nossas unidades, o produtor limpa a pastagem e abre caminho para o bezerro. No confinamento, aquele animal mais pesado terá a dieta perfeita para uma terminação rápida, enquanto, no pasto, ele cederia lugar aos mais jovens, que são o verdadeiro motor de lucro nas águas”, avalia Finger.

 


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