O CTG Nova Querência, de Maracaju, encerrou no domingo, 20 de setembro de 2026, cinco dias de programação da Semana Farroupilha que somaram 1.870 pessoas nas atividades. O evento foi realizado entre os dias 16 e 20 de setembro e misturou gastronomia tradicional, apresentações de dança, música, chimarrão, momentos religiosos e disputas esportivas abertas à comunidade.
A Semana Farroupilha é um dos principais marcadores do calendário tradicionalista no interior de Mato Grosso do Sul, época em que centros de tradições gaúchas espalhados pelo estado organizam programações para lembrar a Revolução Farroupilha e manter vivos hábitos culturais trazidos por famílias de origem gaúcha que se instalaram na região. Em Maracaju, cidade com forte presença de descendentes desse grupo, o CTG Nova Querência funciona como ponto de encontro entre gerações ao longo do ano, e a semana comemorativa costuma ser o evento de maior movimento da entidade.
A movimentação de quase 1.900 pessoas em cinco dias mostra o alcance que a Semana Farroupilha ganhou em Maracaju. A programação combinou atividades voltadas ao público mais jovem, como disputas esportivas, com momentos de caráter religioso e apresentações culturais que reuniram famílias inteiras, segundo o CTG Nova Querência.
O lema escolhido pela entidade para a edição de 2026, "Conservando a tradição para um Brasil melhor", resume a proposta do evento: usar a data histórica da Revolução Farroupilha como pretexto para atividades que aproximam a comunidade local da cultura gaúcha, das rodas de chimarrão às apresentações de dança tradicionalista.
Segundo o CTG Nova Querência, a diversidade da programação, que passou por gastronomia, esporte, fé e música, foi pensada para atrair públicos diferentes ao longo dos cinco dias e resultou na alta adesão registrada até o encerramento no domingo. A entidade também usou a semana para promover a convivência entre gerações, com atividades que reuniram desde crianças até frequentadores mais antigos do CTG.
Movimentos como esse ajudam a manter viva a tradição tradicionalista em cidades do interior sul-mato-grossense, num calendário que segue firme mesmo décadas após a chegada das primeiras famílias gaúchas à região de Maracaju.