A vacinação contra a influenza em Mato Grosso do Sul começa imediatamente, com 80 mil doses já distribuídas aos municípios, antes do Dia D, agendado para 28 de março. A medida visa proteger a população, especialmente grupos vulneráveis, como crianças, gestantes e idosos, devido à alta circulação de vírus respiratórios. O Dia D permanece para maximizar a cobertura vacinal em um único dia, enquanto ações adicionais, como unidades móveis, serão implementadas para facilitar o acesso à vacinação.
A vacinação contra a influenza já pode começar nos municípios de Mato Grosso do Sul. A Secretaria de Estado de Saúde orientou que as prefeituras iniciem imediatamente a aplicação das doses, sem esperar o Dia D da campanha nacional, marcado para 28 de março.
A recomendação ocorre porque o cenário atual já preocupa. O Estado registra alta circulação de vírus respiratórios, o que antecipa o risco de aumento nos casos mais graves. Diante disso, a estratégia é simples: vacinar o maior número possível de pessoas antes que o período crítico se intensifique.
As primeiras 80 mil doses já foram distribuídas aos 79 municípios, o que permite o início da imunização nas unidades de saúde conforme a organização local. Embora represente uma fração da população-alvo, estimada em cerca de 1,1 milhão de pessoas, a antecipação é vista como essencial para reduzir impactos imediatos.
O foco está nos grupos mais vulneráveis. Devem procurar a vacinação, prioritariamente, crianças pequenas, gestantes, puérperas, idosos e pessoas com comorbidades. A campanha também inclui profissionais da saúde, professores, trabalhadores da segurança e outros públicos definidos pelo Programa Nacional de Imunizações.
Mesmo com o início antecipado, o Dia D está mantido. A mobilização nacional segue como peça central da estratégia por concentrar grande volume de atendimentos em um único dia, acelerando a cobertura vacinal em todo o Estado.
Para ampliar o alcance, estão previstas ações fora das unidades de saúde, como uso de unidades móveis e campanhas em cidades estratégicas. A ideia é reduzir barreiras de acesso e facilitar a vacinação de quem normalmente não procura os postos.
A orientação das autoridades de saúde é direta: quem faz parte do público prioritário não deve esperar. Quanto mais cedo a imunização acontecer, menores são as chances de complicações, internações e mortes associadas à gripe.