O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso do Sul (Senar/MS) realizará um encontro em 10 de abril durante a Expogrande 2026 para discutir os impactos da reforma tributária no agronegócio, visando orientar produtores e profissionais do setor. As inscrições são gratuitas e limitadas, disponíveis no link oficial do evento. O debate, apoiado por diversas entidades, abordará como as mudanças tributárias podem afetar a produção, comercialização e organização financeira das propriedades rurais. A reforma proposta substitui tributos como PIS e ICMS por novos impostos sobre consumo, implementando mecanismos específicos para o setor agropecuário.
O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso do Sul (Senar/MS) promove, no dia 10 de abril, um encontro para debater os impactos da reforma tributária no agronegócio. A atividade integra a programação da Expogrande 2026 e será realizada às 8h, no Tatersal II da Acrissul, no Parque de Exposições Laucídio Coelho, em Campo Grande.
O objetivo é orientar produtores rurais, profissionais do setor e demais interessados sobre as mudanças no sistema de impostos brasileiro, além de esclarecer dúvidas e apresentar possíveis impactos na atividade agropecuária.
As inscrições são gratuitas e limitadas, podendo ser feitas por meio do link oficial do evento.
Segundo o presidente do Sistema Famasul, Marcelo Bertoni, o debate é essencial diante do atual cenário de transformação tributária no país.
“O produtor rural precisa entender o que muda e como isso pode impactar a atividade no dia a dia. Nosso objetivo é levar informação clara e abrir espaço para o diálogo com o setor produtivo”, afirma.
A iniciativa conta com o apoio da Famasul, Acrissul, Conselho Regional de Contabilidade de Mato Grosso do Sul (CRCMS) e do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis, de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado (Sescon/MS).
O evento reunirá especialistas, representantes do setor produtivo e profissionais ligados ao agronegócio para discutir os efeitos da reforma tributária na produção rural, na comercialização de produtos e na organização financeira das propriedades.
A reforma tributária prevê a substituição de tributos como PIS, Cofins, ICMS e ISS por dois novos impostos sobre consumo: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), de competência federal, e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), compartilhado entre estados e municípios.
Para o agronegócio, o novo modelo inclui mecanismos específicos, como regimes diferenciados e possibilidade de crédito tributário, o que pode impactar custos de produção, comercialização e competitividade do setor.