O Programa Cinturão Ortopédico, da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul, registrou 1.983 atendimentos de urgência em ortopedia entre junho e dezembro de 2025, com destaque para Aquidauana. O programa visa ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência regional, mostrando crescimento progressivo a partir de agosto. As fraturas mais frequentes foram principalmente de membros superiores e inferiores, e os municípios com maior demanda incluíram Miranda, Coxim e Nioaque. O secretário de saúde destaca que essa iniciativa melhora o atendimento e organiza a rede de saúde para resposta rápida às demandas da população.
O Programa Cinturão Ortopédico, da Secretaria de Estado de Saúde (SES), contabilizou 1.983 atendimentos de urgência em ortopedia entre junho e dezembro de 2025. A iniciativa amplia o acesso a serviços especializados e fortalece a assistência regionalizada em Mato Grosso do Sul.
Os atendimentos ocorreram principalmente nos municípios de Aquidauana, Coxim, Ribas do Rio Pardo, Sidrolândia, Maracaju e Bataguassu, com destaque para Aquidauana, que concentrou o maior volume de procedimentos no período analisado.
A evolução mensal mostra crescimento progressivo a partir de agosto, evidenciando a ampliação do acesso e a consolidação do fluxo assistencial do programa.
Para o Secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões, o programa representa um avanço concreto na regionalização da assistência. “O programa reforça o compromisso da SES em garantir atendimento ortopédico de urgência mais próximo da população, com organização da rede, uso racional dos recursos e resposta rápida às demandas dos municípios. Esses resultados demonstram que a regionalização fortalece o SUS e melhora o cuidado ao cidadão”, afirmou Simões.
A responsável pela Gestão Estratégica da SES, Maria Angélica, destacou a efetividade da estratégia: “Os números demonstram a importância do Cinturão Ortopédico como estratégia de organização da rede e de resposta rápida às urgências. Ao estruturar fluxos regionais e fortalecer os serviços de referência, conseguimos reduzir deslocamentos, otimizar recursos e garantir atendimento oportuno à população.”
Segundo a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), os diagnósticos mais frequentes foram:
Os dados evidenciam predominância de traumas ortopédicos de membros superiores e inferiores, reforçando a importância da organização regional para atendimento ágil e especializado.
O programa atendeu solicitações de diversos municípios, com maior volume proveniente de: