Durante o verão, o aumento de banhistas em Mato Grosso do Sul gera a necessidade de atenção às medidas de segurança para evitar afogamentos, especialmente entre crianças e adultos. Em 2025, mais de 90 casos de afogamento foram registrados, geralmente ligados à falta de supervisão, consumo de álcool e áreas sem segurança. O afogamento é a principal causa de morte acidental entre crianças de 1 a 4 anos no Brasil e é exacerbado pela distração dos adultos. O Corpo de Bombeiros recomenda vigilância constante, evitar álcool antes de nadar e respeitar sinalizações de segurança. Em emergências, deve-se ligar para 193 e não entrar na água sem treinamento, utilizando objetos flutuantes para auxiliar o resgate.
O período de verão e férias escolares aumenta a frequência de banhistas em rios, piscinas, represas e balneários de Mato Grosso do Sul. Com isso, cresce também a necessidade de atenção a medidas básicas de segurança para evitar acidentes por afogamento, especialmente entre crianças e adultos em situações de risco.
De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul, mais de 90 casos de afogamento foram registrados ao longo de 2025 no estado. A maioria das ocorrências está associada à falta de supervisão adequada, consumo de bebidas alcoólicas e uso de áreas não sinalizadas ou sem a presença de guarda-vidas.
As crianças estão entre o público mais vulnerável. Dados da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático indicam que o afogamento é a principal causa de morte acidental entre crianças de 1 a 4 anos no Brasil. O risco aumenta quando há distração de adultos responsáveis, mesmo em locais considerados rasos.
Entre adultos, o consumo de álcool é um fator recorrente nos atendimentos. A ingestão de bebidas alcoólicas compromete os reflexos, o equilíbrio e a percepção de risco, aumentando a probabilidade de acidentes, inclusive em piscinas e áreas de pouca profundidade.
Para reduzir os riscos, o Corpo de Bombeiros orienta a adoção de cuidados simples, como manter vigilância constante sobre crianças, evitar o consumo de álcool antes de entrar na água, respeitar sinalizações de segurança e não nadar em locais desconhecidos ou com correnteza. Em piscinas, o uso de cercas de proteção e dispositivos de flutuação adequados à idade também contribui para a prevenção.
Em caso de emergência, a recomendação é acionar imediatamente o telefone 193. Os bombeiros alertam que não se deve entrar na água para realizar o resgate sem treinamento, pois há risco de que o socorrista se torne outra vítima. Sempre que possível, devem ser utilizados objetos flutuantes, como boias, pranchas, galões ou garrafas PET, para auxiliar a pessoa em dificuldade até a chegada do atendimento especializado.