Profissionais de enfermagem de Mato Grosso do Sul estão participando de uma capacitação prática para a inserção de implantes subdérmicos contraceptivos, na UBSF Jardim Noroeste, em Campo Grande. A iniciativa, promovida pelo Ministério da Saúde e parceiros, visa ampliar o acesso a métodos contraceptivos de longa duração no SUS. Após treinamentos teóricos, os enfermeiros realizam a inserção do implante seguindo normas do Cofen, contribuindo para a redução da mortalidade materna e neonatal e promovendo a autonomia reprodutiva das mulheres. A capacitação continua em andamento para que mais profissionais possam atuar na rede pública.
Profissionais de enfermagem de Mato Grosso do Sul participam de uma capacitação prática para habilitação na inserção do implante subdérmico contraceptivo. A atividade ocorre na UBSF (Unidade Básica de Saúde da Família) Jardim Noroeste, em Campo Grande, e integra a estratégia nacional de ampliação do acesso a métodos contraceptivos de longa duração no SUS (Sistema Único de Saúde).
A iniciativa é promovida pelo Ministério da Saúde em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), a Escola de Saúde Pública Dr. Jorge David Nasser, a Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande e o Conselho Regional de Enfermagem (Coren).
Esta etapa marca a fase prática do treinamento, após o alinhamento teórico e práticas em simuladores. Agora, os enfermeiros realizam a inserção do implante em mulheres atendidas pela unidade, conforme as normas do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen).
Segundo Francielly Rosiani da Silva, gerente de Saúde da Mulher da SES, a capacitação fortalece a Atenção Primária, porta de entrada das mulheres no SUS. “Essa ação contribui para reduzir a mortalidade materna e neonatal, enfrenta gestações não planejadas e amplia a autonomia reprodutiva das mulheres. Habilitar enfermeiros para a inserção do implante subdérmico fortalece a rede de saúde e melhora os indicadores de atenção à saúde da mulher em todo o Estado”, destacou.
Entre as beneficiadas pelo programa, a nutricionista Helena Chulli Vieira relatou que escolheu o implante pelo efeito eficaz e menor intensidade de efeitos adversos. “Optei por este método por ser altamente eficiente e apresentar menos efeitos colaterais em comparação a outras opções contraceptivas”, afirmou.
A capacitação segue em andamento, garantindo que novos profissionais estejam aptos a aplicar o implante subdérmico contraceptivo na rede pública de saúde.