A Gazeta de S. Paulo repercutiu as belezas e o potencial turístico de Corumbá, em Mato Grosso do Sul, apresentando aos leitores de um dos maiores mercados emissores de turistas do país uma cidade onde história, cultura e natureza se encontram às margens do Rio Paraguai. Apontada como a Capital do Pantanal, Corumbá ganhou destaque por seus casarões históricos e pelas paisagens pantaneiras que ajudam a transformar o município em uma das principais portas de entrada para conhecer o maior bioma inundável do planeta.
A publicação chama atenção especialmente para a relação da cidade com o Rio Paraguai e para seu patrimônio arquitetônico. Um dos grandes símbolos é o Casario do Porto, conjunto que preserva parte da memória do período em que a navegação fluvial deu a Corumbá papel estratégico no comércio regional. O conjunto histórico, arquitetônico e paisagístico da cidade é protegido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), reforçando a relevância do patrimônio corumbaense para além das fronteiras de Mato Grosso do Sul.
Mas é justamente quando o patrimônio histórico encontra a natureza que Corumbá revela um de seus maiores diferenciais. A cidade funciona como ponto de partida para passeios pelo Rio Paraguai, observação da fauna, pesca esportiva e diferentes experiências no Pantanal. A região ainda permite explorar destinos como a Estrada Parque Pantanal e áreas próximas à Serra do Amolar, ampliando as possibilidades para quem procura contato direto com uma das maiores concentrações de biodiversidade da América do Sul.
Dentro da cidade, o visitante também encontra atrações capazes de preencher um roteiro dedicado à história e à cultura. O Porto Geral, o Museu de História do Pantanal, praças, monumentos e o Cristo Rei do Pantanal ajudam a contar diferentes capítulos da formação do município. Do alto do morro onde está o Cristo, o visitante encontra uma visão privilegiada da cidade, do Rio Paraguai e da imensidão da planície pantaneira.
A localização na fronteira com a Bolívia acrescenta outra característica singular ao destino. A proximidade com Puerto Quijarro e Puerto Suárez influencia costumes, comércio, culinária e o cotidiano regional. É uma identidade fronteiriça construída ao longo de gerações e que proporciona ao turista uma experiência diferente daquela encontrada em outros destinos de Mato Grosso do Sul.
As manifestações culturais também ajudam a manter viva essa identidade. Entre elas está o tradicional Banho de São João de Corumbá e Ladário, celebração ligada ao Rio Paraguai e reconhecida como Patrimônio Cultural do Brasil. A festa une religiosidade e cultura popular e reforça como as águas do rio estão presentes não apenas na economia e no turismo, mas também na memória afetiva e nas tradições dos moradores.
A repercussão da Gazeta de S. Paulo contribui ainda para colocar Corumbá diante de um público estratégico. São Paulo está entre os principais mercados consumidores de viagens do país, e a exposição de destinos sul-mato-grossenses ajuda a ampliar a visibilidade de um Estado que tem feito do turismo de natureza uma de suas principais vitrines nacionais e internacionais.
Ao lado de Bonito, já consagrado pelo ecoturismo e pelas águas cristalinas, Corumbá apresenta outra face da riqueza turística de Mato Grosso do Sul. Na Capital do Pantanal, o visitante encontra Rio Paraguai, fauna pantaneira, casarões históricos, cultura de fronteira, gastronomia e tradições centenárias. A reportagem nacional reforça algo que os sul-mato-grossenses conhecem bem: Corumbá não é apenas uma porta de entrada para o Pantanal. É, por si só, um destino repleto de história, identidade e paisagens capazes de representar Mato Grosso do Sul para o Brasil e para o mundo.
Fonte principal: Gazeta de S. Paulo, com informações complementares sobre os atrativos turísticos e o patrimônio de Corumbá.