Suzano reduz consumo de água e atinge melhor índice em 8 anos

Unidade em Três Lagoas economiza volume equivalente a 169 piscinas olímpicas

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Suzano reduz consumo de água e atinge melhor índice em 8 anos
Uso mais eficiente e reaproveitamento interno reduziram a dependência de fontes naturais. - Foto: Divulgação
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A Suzano alcançou em 2025 o menor consumo de água em oito anos na unidade de Três Lagoas, com 24,11 metros cúbicos por tonelada de celulose, economizando 421,5 mil metros cúbicos de água. Isso foi possível graças a ajustes operacionais, reuso de água tratada e captação de águas pluviais, que reduziram a necessidade de captação externa e aumentaram a eficiência no uso do recurso. Essa abordagem demonstra como a eficiência operacional impacta positivamente o custo e a utilização de recursos na indústria.

A Suzano atingiu, em 2025, o menor consumo de água dos últimos oito anos na unidade de Três Lagoas. O índice chegou a 24,11 metros cúbicos por tonelada de celulose produzida.

Na prática, isso representa uma economia de 421,5 mil metros cúbicos de água, volume equivalente a cerca de 169 piscinas olímpicas.

Eficiência operacional explica resultado

O desempenho é resultado de ajustes contínuos no processo industrial, com foco na redução de desperdícios e no uso mais racional da água.

Segundo a empresa, a combinação entre tecnologia, gestão e revisão de etapas produtivas permitiu reduzir o consumo sem comprometer a escala de produção.

Reuso ganha peso na operação

Parte central dessa estratégia está no reaproveitamento da água dentro da própria planta. Volumes recuperados são redirecionados para a Estação de Tratamento de Água e reutilizados em diferentes fases do processo.

O uso de condensados industriais também foi ampliado, reduzindo a necessidade de captação externa e aumentando a circulação interna do recurso.

Captação de chuva complementa sistema

Outro elemento relevante é a captação de água da chuva. A unidade conta com lagoas que armazenam o volume coletado por uma rede de drenagem distribuída pela área industrial.

Depois de tratada, essa água retorna ao processo produtivo, diminuindo a pressão sobre fontes naturais.

O resultado mostra como ganhos de eficiência, quando incorporados ao desenho da operação, passam a ter impacto direto não só no custo, mas na forma como a indústria utiliza recursos essenciais.


FONTE: msconecta.com.br
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