IMPCG garante devolução de R$ 1,2 milhão aplicado no Banco Master

Recursos do instituto previdenciário de Campo Grande foram protegidos por decisão judicial após liquidação da instituição financeira

Por -Gabriela Porto
IMPCG garante devolução de R$ 1,2 milhão aplicado no Banco Master
Valor aplicado pelo IMPCG terá restituição com correção e rendimentos. - Foto: Reprodução / PrefCG
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O Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande garantiu a devolução de R$ 1,2 milhão investidos no Banco Master, cujas atividades foram encerradas pelo Banco Central. Esse valor será restituído com correção monetária e já está protegido judicialmente. A prefeita Adriane Lopes afirmou que a prioridade é proteger o dinheiro dos servidores públicos. O instituto adota uma política conservadora de investimentos e aguarda a conclusão de trâmites legais para a liberação dos recursos.

O Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande assegurou a devolução de R$ 1,2 milhão que haviam sido aplicados no Banco Master, cujas atividades foram encerradas no final do ano passado pelo Banco Central do Brasil.

O valor, que inicialmente teria prazo de três anos para retorno, será restituído aos cofres do instituto com correção monetária.

Assim que a intervenção na instituição financeira foi anunciada, a equipe técnica do IMPCG iniciou procedimentos para proteger o investimento e garantir a recuperação dos recursos.

Segundo a prefeita Adriane Lopes, a prioridade da gestão foi assegurar a proteção do dinheiro pertencente aos servidores públicos municipais.

“Esse é o dinheiro dos servidores de Campo Grande, e o IMPCG sempre busca atuar com prudência. Assim que fomos informados sobre a liquidação da instituição, a equipe se mobilizou para garantir que esse valor retornasse a quem é de direito”, afirmou.

Valor já está protegido judicialmente

De acordo com o diretor-presidente do instituto, Marcos Tabosa, o montante já está protegido por decisão judicial.

“O valor aplicado, de R$ 1,2 milhão, já está totalmente assegurado, assim como o rendimento obtido no período, que soma mais de R$ 227 mil”, explicou.

O sequestro judicial foi realizado a partir de valores que seriam repassados ao banco referentes a empréstimos consignados contratados por servidores municipais.

Segundo Tabosa, mensalmente cerca de R$ 1,431 milhão são descontados em folha e destinados à instituição financeira. Com a decisão favorável ao município, parte desse montante foi retida antes de ser transferida ao banco e depositada em uma conta judicial.

Política de investimentos

O diretor-presidente destacou ainda que o instituto mantém uma política de investimentos baseada em critérios conservadores, com acompanhamento de um comitê especializado responsável por analisar as aplicações financeiras.

O município agora aguarda a conclusão dos trâmites legais para a liberação definitiva dos recursos, garantindo que o valor investido seja integralmente restituído ao instituto previdenciário.


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