Fiems apresenta robô humanoide do Senai durante reunião do Conselho de Diretores
Equipamento faz parte de um conjunto de 13 robôs adquiridos pelo Senai para uso educacional e formação de profissionais para a indústria do futuro
Foto: FIEMS
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A primeira reunião do Conselho de Diretores da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul (Fiems) apresentou um robô humanoide desenvolvido pelo Senai, que será integrado à metodologia educacional da instituição.
A demonstração destacou a importância da robótica e automação no ensino profissional, preparando os alunos para as demandas da indústria moderna.
O presidente da Fiems, Sérgio Longen, ressaltou que a iniciativa visa estimular a inovação e a qualificação profissional no estado, ajudando a enfrentar a escassez de mão de obra qualificada.
A primeira reunião do Conselho de Diretores da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul (Fiems), contou com uma apresentação especial voltada à inovação e tecnologia. Durante o encontro, foi demonstrado um robô humanoide desenvolvido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), novidade que passa a integrar a metodologia educacional da instituição.
A demonstração chamou a atenção dos diretores ao mostrar, na prática, como a robótica e a automação estão sendo incorporadas ao ensino profissional, preparando os estudantes para as novas demandas da indústria.
De acordo com o Senai, ao todo foram adquiridos 13 robôs para uso educacional, sendo três modelos humanoides. Os equipamentos serão utilizados em sala de aula para que os alunos desenvolvam habilidades em planejamento de produção, programação, automação e criação de aplicativos e softwares.
Segundo o presidente da Fiems, Sérgio Longen, a iniciativa faz parte da estratégia do Sistema Indústria de Mato Grosso do Sul para estimular a inovação e ampliar a qualificação profissional no Estado.
“É difícil falar isso, mas esse é o futuro. Acredito que esses robôs vão ajudar as indústrias a enfrentarem o desafio da escassez de mão de obra qualificada”, afirmou.
A expectativa da entidade é que o uso das novas tecnologias em sala de aula contribua para formar profissionais mais preparados para atuar em ambientes industriais cada vez mais automatizados e digitais.