O Complexo Fotovoltaico Seriemas, em Paranaíba, iniciou a fase de comissionamento com a instalação de 880.200 módulos solares e prevê entrar em operação no primeiro semestre de 2026. O projeto ocupará 940 hectares, com 889.200 módulos e capacidade de 400 MW, parte de um investimento total de R$ 5,12 bilhões da Casa dos Ventos em Mato Grosso do Sul. A construção incentivou a participação feminina, com capacitação pelo Senai-MS, destacando-se em etapas técnicas. O empreendimento reforça Paranaíba como um polo de energia renovável, contribuindo para a diversificação da matriz energética e a criação de empregos especializados.
O Complexo Fotovoltaico Seriemas, em Paranaíba, deu início à fase de comissionamento após a instalação de 880.200 módulos solares, conforme informou a Casa dos Ventos. A etapa final consiste em inspeções, testes elétricos e checagens operacionais para garantir que o sistema funcione com segurança, eficiência e dentro das especificações do projeto. A previsão é que o complexo entre em operação ainda no primeiro semestre de 2026.
O Projeto Solar Seriemas ocupa uma área de 940 hectares e terá 889.200 módulos, com capacidade instalada de 400 megawatts (MW), consolidando-se como um dos maiores empreendimentos de energia solar do Estado. O complexo integra o investimento total de R$ 5,12 bilhões da Casa dos Ventos em Mato Grosso do Sul, que também contempla obras nos municípios de Campo Grande e Paraíso das Águas, somando mais de 1,5 gigawatt (GW) de capacidade instalada.
A construção do complexo contou com incentivo à contratação de mulheres, que passaram por capacitação promovida pelo Senai-MS. A participação feminina foi especialmente relevante em etapas técnicas que exigem atenção a detalhes, como fixação e alinhamento das placas solares. Algumas dessas profissionais serão aproveitadas em futuras obras, incluindo a planta prevista em Paraíso das Águas, além de oportunidades no setor de instalações solares residenciais e comerciais.
Com a conclusão do Seriemas, Paranaíba se consolida como polo de energia renovável e reforça a transição energética do Estado. O complexo contribui para a diversificação da matriz energética, geração de empregos especializados e fortalecimento do mercado de energia limpa, alinhando tecnologia, sustentabilidade e desenvolvimento regional.