A pesca profissional e amadora em Mato Grosso do Sul é liberada a partir de 1º de março, marcando o fim da Piracema. Embora a pesca esteja permitida, a Polícia Militar Ambiental enfatiza que regras de manejo devem ser seguidas para preservar as espécies. Amadores podem capturar um exemplar de espécie nativa e até cinco piranhas, enquanto espécies exóticas podem ser pescadas sem limites. É necessária licença estadual ou federal para pescar, e irregularidades podem resultar em multas de até R$ 100 mil e apreensão de equipamentos.
A pesca profissional e amadora volta a ser permitida em Mato Grosso do Sul a partir do dia 1º de março, marcando o fim do período de defeso — conhecido como Piracema.
Apesar da liberação, a Polícia Militar Ambiental (PMA) alerta que as regras de manejo continuam valendo e devem ser cumpridas rigorosamente para garantir a preservação das espécies nas bacias dos rios Paraguai e Paraná.
Durante a Temporada de Pesca 2026:
Algumas restrições permanecem:
Para pescar legalmente, é necessário portar autorização válida.
Emitida pelo Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (IMASUL), é indispensável para pesca e transporte de pescado dentro do estado. Inclui pagamento do Selo Turismo e emissão da Guia de Controle de Pescado (GCP).
Concedida pelo Ministério da Pesca e Aquicultura, tem validade nacional. Mesmo assim, em MS pode ser exigida complementação estadual para transporte de espécies nativas.
O transporte deve ser lacrado e declarado em posto da PMA para emissão da GCP. Sem o documento, há multa e apreensão do pescado.
Penalidades podem chegar a R$ 100 mil
A pesca irregular pode resultar em multas que variam de R$ 700 a R$ 100 mil, além de acréscimo de R$ 20 por quilo de pescado.
Entre as infrações:
Além da multa, podem ocorrer apreensão de barcos, motores, veículos e equipamentos.