Avanço do agro eleva renda e ajuda a derrubar desemprego no Brasil

Desempenho nacional do setor se reflete em MS, onde produção, exportações e mercado de trabalho seguem aquecidos

Por -Redação MSConecta
Avanço do agro eleva renda e ajuda a derrubar desemprego no Brasil
O cenário abre 2026 com expectativa de continuidade dos investimentos, expansão da agroindústria e fortalecimento da regionalização do desenvolvimento. - Foto: Divulgação.
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Em 2025, o crescimento da renda e a queda do desemprego no Brasil, impulsionados pelo agronegócio, se refletem em Mato Grosso do Sul, onde o setor agropecuário lidera o aumento do rendimento médio e a geração de empregos formais. Os dados mostram uma alta de 7,3% no rendimento e uma taxa de desemprego de 5,2%, o menor desde 2012. Além disso, a massa de rendimento real habitual alcançou R$ 363,7 bilhões, beneficiando o consumo e a economia local. O ministro da Agricultura destaca que o avanço do agro resulta em mais emprego e renda, evidenciando a importância desse setor no PIB estadual.

O crescimento da renda e a queda histórica do desemprego no Brasil, impulsionados pelo agronegócio em 2025, encontram reflexo direto em Mato Grosso do Sul. Dados da PNAD Contínua, do IBGE, apontam que os setores ligados à agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura lideraram o avanço do rendimento médio no país, com alta de 7,3% em relação a 2024, movimento que acompanha a dinâmica do mercado de trabalho.

No Estado, o agro manteve sua posição como principal vetor econômico, sustentando cadeias produtivas estratégicas como soja, milho, carne bovina, celulose e bioenergia. A expansão da produção e o fortalecimento das exportações ao longo de 2025 contribuíram para ampliar a geração de empregos formais, especialmente no interior, onde a atividade rural tem papel central na renda das famílias.

O efeito do desempenho nacional se traduz, em Mato Grosso do Sul, na maior circulação de renda e na estabilidade do emprego em regiões fortemente dependentes do campo. Municípios com base agropecuária concentraram novas vagas, tanto nas atividades primárias quanto na agroindústria, logística e serviços associados à produção.

Segundo o IBGE, o rendimento real habitual médio de todos os trabalhos no Brasil alcançou R$ 3.574, o maior da série histórica, enquanto a taxa de desemprego caiu para 5,2%, o menor nível desde 2012. Em MS, o cenário acompanha essa tendência, com redução da desocupação e fortalecimento do mercado de trabalho formal ao longo do último ano, especialmente nas regiões produtoras.

A massa de rendimento real habitual no país também atingiu patamar recorde, somando R$ 363,7 bilhões, o que reflete diretamente no consumo e na atividade econômica dos estados com forte base agroexportadora, como Mato Grosso do Sul. O crescimento da renda no campo impacta desde o comércio local até o setor de serviços nas cidades.

Para o Ministério da Agricultura e Pecuária, os resultados confirmam a força estrutural do setor. Ao comentar os dados, o ministro Carlos Fávaro destacou que o avanço do agro representa mais emprego e mais renda tanto no campo quanto nas áreas urbanas. Em Mato Grosso do Sul, onde o agronegócio responde por parcela significativa do PIB estadual, esse efeito é ainda mais perceptível.


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