Exportações de industrializados de MS alcançam US$ 592,9 milhões em novembro

Indústria respondeu por 79% da receita de exportação do Estado no mês

Por -Gabriela Porto
Exportações de industrializados de MS alcançam US$ 592,9 milhões em novembro
Foto: Divulgação
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As exportações de produtos industrializados de Mato Grosso do Sul totalizaram US$ 592,9 milhões em novembro, um aumento de 3% em relação ao ano anterior, o melhor resultado histórico para o mês. No acumulado de 2024, as vendas externas chegaram a US$ 7,11 bilhões, crescendo 15% em relação ao ano anterior.

A indústria manteve-se como protagonista, representando 79% da receita de exportação em novembro e 72% no ano. Os principais segmentos exportadores foram Celulose e papel, Complexo frigorífico e Óleos vegetais, que juntos responderam por 81% das receitas totais.

O grupo Celulose e papel foi o líder, com US$ 2,8 bilhões, seguido pelo Complexo frigorífico com US$ 1,7 bilhão, e Óleos vegetais que somaram US$ 514,5 milhões.

As exportações de produtos industrializados de Mato Grosso do Sul somaram US$ 592,9 milhões em novembro, resultado 3% superior ao registrado no mesmo período de 2024 e o melhor desempenho já alcançado para o mês em toda a série histórica. Os dados são do Observatório da Indústria da Fiems.

No acumulado do ano, as vendas externas da indústria estadual totalizaram US$ 7,11 bilhões, crescimento de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o valor exportado foi de US$ 6,20 bilhões. O montante também representa o maior já registrado para o intervalo de janeiro a novembro.

De acordo com o economista-chefe da Fiems, Ezequiel Resende, a indústria manteve protagonismo na pauta exportadora do Estado. “Em novembro, a indústria respondeu por 79% da receita total de exportação de Mato Grosso do Sul. No acumulado do ano, essa participação foi de 72%”, destacou.

Principais grupos exportadores

Entre janeiro e novembro de 2025, três segmentos concentraram 81% das receitas de exportação do Estado: Celulose e papel, Complexo frigorífico e Óleos vegetais e derivados.

O grupo Celulose e papel liderou as exportações, com receita acumulada de US$ 2,8 bilhões, impulsionada principalmente pela pasta química de madeira. Os principais destinos foram China, Itália, Holanda, Turquia e Estados Unidos.

O Complexo frigorífico registrou US$ 1,7 bilhão em exportações no período, com destaque para carnes bovinas desossadas congeladas e refrigeradas, além de peito de frango desossado e congelado. China, Estados Unidos, Chile, México e Holanda foram os principais compradores.

Já o grupo de Óleos vegetais e demais produtos de sua extração alcançou US$ 514,5 milhões em receitas, puxado por bagaços e resíduos da extração do óleo de soja, farinhas, pellets de soja e óleo de soja bruto. Os maiores destinos foram Holanda, Polônia, Indonésia, Índia e Espanha.


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