A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) expressou sua indignação pela continuidade da greve do transporte coletivo, que tem causado sérios prejuízos ao comércio, serviços e indústria, especialmente em um período crucial para a economia local.
A ACICG relata que os empresários enfrentam dificuldades como a ausência de funcionários, queda nas vendas e aumento de custos operacionais, sendo que as soluções adotadas, como transporte alternativo, são apenas paliativas.
A entidade enfatiza que o impacto financeiro da greve recai sobre o setor que sustenta a economia da cidade e exige uma atuação firme dos responsáveis pela gestão do transporte coletivo. A normalização do serviço é considerada urgente, especialmente com a aproximação do Natal.
A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) manifestou indignação diante da continuidade da greve do transporte coletivo na Capital, que vem provocando prejuízos expressivos ao comércio, ao setor de serviços e à indústria, especialmente em um dos períodos mais importantes do ano para a economia local.
Em nota oficial, a entidade destacou que empresários têm enfrentado uma série de dificuldades desde o início da paralisação, como ausência significativa de funcionários, atrasos na abertura das lojas, queda nas vendas, problemas na entrega de mercadorias e aumento dos custos operacionais. Segundo a ACICG, mesmo cumprindo a obrigação legal do custeio do vale-transporte, o setor empresarial tem sido novamente penalizado ao arcar com despesas extras para manter as atividades em funcionamento.
Entre as medidas adotadas estão o uso de transporte alternativo, reorganização de escalas e flexibilização de horários. A entidade ressalta, no entanto, que essas soluções são paliativas e não podem ser tratadas como permanentes.
A associação afirma ainda que o impacto financeiro da greve tem recaído diretamente sobre quem sustenta a economia da cidade. “Quem está pagando a conta desse conflito é o comércio, o setor de serviços e a indústria, responsáveis pela geração de empregos, renda e arrecadação”, pontua a nota. Micro, pequenas e médias empresas são apontadas como as mais afetadas, em um momento decisivo para o fechamento do ano e para a manutenção dos negócios.
Diante do cenário, a ACICG considera inaceitável que Campo Grande permaneça refém da paralisação e cobra uma atuação firme e objetiva dos responsáveis pela gestão e fiscalização do transporte coletivo: o Consórcio Guaicurus, a Prefeitura Municipal e a Câmara Municipal.
A entidade informa que seguirá mobilizada, ampliando o diálogo institucional com outras representações do setor produtivo, e não descarta a adoção de medidas legais para defender os interesses do comércio e da economia local.
“O comércio já fez sua parte ao buscar minimizar prejuízos e preservar empregos. É inaceitável exigir que o setor empresarial continue absorvendo perdas enquanto o conflito se arrasta”, destaca a associação.
Para a ACICG, a normalização imediata do transporte coletivo é urgente não apenas para o comércio, mas para trabalhadores, consumidores e para o funcionamento pleno da cidade, especialmente às vésperas do Natal.