Aprovada a criação da MS Ativos Ambientais para gestão do patrimônio natural de MS

Nova sociedade de economia mista vai monitorar rios, florestas e créditos de carbono, transformando preservação em oportunidades para o Estado

Por -Gabriela Porto
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A Assembleia Legislativa aprovou a criação da MS Ativos Ambientais, uma sociedade de economia mista que irá gerir o patrimônio natural de Mato Grosso do Sul. A nova empresa, resultante da transformação da MS-Mineral, ampliará suas funções para incluir monitoramento de recursos hídricos e gestão de créditos de carbono. O objetivo é estruturar o mercado de ativos ambientais, garantindo a preservação e o desenvolvimento sustentável do estado. A iniciativa visa captar investimentos e promover transparência na gestão dos recursos naturais, contribuindo para a meta de Mato Grosso do Sul de se tornar carbono neutro até 2030.

A Assembleia Legislativa aprovou a criação da MS Ativos Ambientais, sociedade de economia mista com controle majoritário do Estado, que será responsável por gerir e valorizar o patrimônio natural de Mato Grosso do Sul. O projeto agora segue para sanção do governador Eduardo Riedel.

A nova empresa nasce da transformação da antiga MS-Mineral, ampliando seu escopo para incluir monitoramento de recursos hídricos, conservação ambiental e gestão de ativos ligados a créditos de carbono e biodiversidade. Segundo o governo, a iniciativa permitirá que o Estado receba recursos decorrentes de esforços de preservação e fortaleça políticas de mitigação e adaptação climática.

“O objetivo é estruturar o mercado de ativos ambientais em Mato Grosso do Sul, garantindo que preservação e desenvolvimento caminhem juntos”, afirma Jaime Verruck, secretário da Semadesc. A MS Ativos Ambientais terá autonomia para desenvolver projetos, captar investimentos nacionais e internacionais e comercializar créditos ambientais, fortalecendo a sustentabilidade e a transparência na gestão dos recursos naturais.

O secretário adjunto da Semadesc, Artur Falcette, destaca que a nova estrutura coloca Mato Grosso do Sul em posição de liderança nacional em gestão e valoração de ativos ambientais, abrindo caminho para que o Estado avance em sua meta de se tornar carbono neutro até 2030.


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