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        <category>Últimas Notícias</category>
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<guid>https://msconecta.com.br/noticia/16694/diesel-mais-barato-por-30-dias-pacote-federal-custa-r-7-bi-e-alivia-frete-do-agro-em-ms</guid>
<title><![CDATA[Diesel mais barato por 30 dias: pacote federal custa R$ 7 bi e alivia frete do agro em MS]]></title>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 18:19:35 -0400</pubDate>
<category>Economia</category>
<author>contato@msconecta.com.br (Redação MSConecta)</author>
<description><![CDATA[Governo reduziu tributos sobre gasolina e etanol e criou subvenção ao diesel até 9 de outubro; produtores de soja e pecuaristas de MS são os primeiros a sentir o efeito no custo de transporte.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal anunciou nesta quinta-feira, 10 de setembro de 2026, um pacote emergencial de medidas para segurar os preços dos combustíveis, pressionados pela guerra no Oriente Médio e pela volatilidade do barril de petróleo. As ações incluem redução de tributos federais sobre gasolina e etanol e uma nova subvenção ao diesel, com custo estimado de R$ 7 bilhões por mês aos cofres públicos — e vigência limitada a 30 dias, de hoje até 9 de outubro de 2026.</p><p>A pressão sobre os combustíveis chegou num momento delicado para a economia brasileira: o diesel é o principal insumo de transporte da produção agropecuária, e qualquer alta no produto se traduz diretamente em fretes mais caros, prateleiras mais caras e inflação de alimentos. Para Mato Grosso do Sul — onde <a href='https://msconecta.com.br/noticia/16132/trump-anuncia-ampliacao-temporaria-da-importacao-de-carne-bovina-para-conter-alta-precos-n'>o agronegócio de carne bovina e grãos é o motor da economia</a> — o impacto chegaria antes nos bolsos de produtores de soja em Dourados e Maracaju e nos pecuaristas do Pantanal, que dependem de caminhões para escoar a produção.</p>R$ 5 bilhões para o diesel e R$ 2 bilhões para gasolina e etanol<p>Do total de R$ 7 bilhões mensais estimados pelo governo, R$ 5 bilhões são destinados à subvenção do diesel — o combustível mais usado no agro e no transporte de cargas — e outros R$ 2 bilhões cobrem a desoneração de tributos federais sobre gasolina e etanol. O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Morete, afirmou que o objetivo é impedir que a alta do petróleo seja repassada aos consumidores e penalize setores produtivos. "As medidas visam evitar que a alta do petróleo seja repassada aos preços, penalizando consumidores e setores da economia", declarou Morete. A desoneração total do etanol também busca tornar o biocombustível mais competitivo em relação à gasolina nas bombas.</p>Prazo curto acende alerta para o agro sul-mato-grossense<p>O caráter temporário do pacote — válido por apenas 30 dias — é o ponto que mais preocupa o setor produtivo. <a href='https://msconecta.com.br/noticia/16401/el-nino-2026-governo-federal-debate-em-campo-grande-risco-de-seca-e-incendios-em-ms'>Com o El Niño 2026 já impactando o calendário agrícola em MS</a>, produtores de Chapadão do Sul e Costa Rica, que dependem de frete intenso na janela de plantio de setembro e outubro, terão alívio imediato — mas sem garantia de continuidade após 9 de outubro. O governo federal avalia o efeito das medidas sobre a inflação e deve decidir até o final do mês se prorroga ou encerra o pacote. As ações, ressalte-se, não alteram a tributação estadual (ICMS) nem a política de preços da Petrobras nas refinarias.</p><p>Fontes: MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO; CANAL RURAL</p>]]></content:encoded>
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<guid>https://msconecta.com.br/noticia/16693/alems-cria-454-cargos-no-mp-ms-e-libera-area-para-corumba</guid>
<title><![CDATA[ALEMS cria 454 cargos no MP-MS e libera área para Corumbá]]></title>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 18:16:23 -0400</pubDate>
<category>Política</category>
<author>contato@msconecta.com.br (Redação MSConecta)</author>
<description><![CDATA[Assembleia aprovou reestruturação do Ministério Público com 100 vagas efetivas e 354 em comissão; para Corumbá, 16,9 hectares destinados a 1,5 mil casas populares]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) aprovou nesta semana dois projetos com impacto direto para o estado: a reestruturação do quadro de pessoal do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), com a criação de 454 cargos, e a doação de uma área pública em <a href='https://msconecta.com.br/noticias-campo-grande'>Corumbá</a> para a construção de 1,5 mil unidades habitacionais.</p><p>O pacote de votações da semana ainda incluiu homenagem a um empresário pioneiro na abertura de estradas do sul do estado e o reconhecimento de uma data no calendário oficial. Mas foram as duas medidas de maior alcance prático que concentraram atenção no plenário.</p>MP-MS ganha 454 cargos para dar conta da demanda crescente<p>O PL 110/2026, de autoria do próprio Ministério Público, foi aprovado em segunda discussão. A proposta cria 100 cargos efetivos e 354 em comissão, além de novas funções de assessoramento, direção e chefia. Segundo o MPMS, a expansão é necessária para alinhar a estrutura de pessoal ao volume atual de trabalho da instituição — que responde por ações nas áreas criminal, cível, infância, meio ambiente e controle externo da atividade policial em todo o estado.</p><p>O projeto segue agora ao expediente para as próximas etapas do processo legislativo antes de virar lei. A criação de cargos em comissão em número quase quatro vezes maior que os efetivos — 354 contra 100 — tende a concentrar debate quando o projeto avançar na tramitação.</p>Corumbá recebe 16,9 hectares para projeto habitacional de quatro anos<p>Em primeira discussão, a ALEMS aprovou o PL 130/2026, do Poder Executivo, que autoriza o Estado a transferir ao município de Corumbá uma área de 16,9 hectares no bairro Padre Ernesto Sassida. O terreno será destinado exclusivamente à construção de 1.500 casas populares ao longo de quatro anos.</p><p>O município terá dois anos para dar início às obras após a formalização da doação, com possibilidade de prorrogação por igual período. A destinação exclusiva para habitação popular é condição prevista no projeto — qualquer desvio de finalidade pode comprometer a transferência. Corumbá, cidade de fronteira com a Bolívia e porta de entrada do <a href='https://msconecta.com.br/noticia/16677/como-a-3-maior-colonia-japonesa-do-brasil-moldou-o-prato-simbolo-de-campo-grande'>Pantanal</a>, concentra déficit habitacional histórico agravado pelo crescimento urbano na região portuária.</p><p>A mesma sessão aprovou em redação final o projeto que dá o nome de Rodovia Sérgio Arantes Pereira ao trecho da MS-145 entre Naviraí e Jateí, em homenagem a um empresário ligado à abertura de estradas e à geração de empregos na região sul do estado. E em segunda discussão, foi aprovada a inclusão do Dia Estadual do Movimento Mães que Oram pelos Filhos — celebrado em 30 de março — no calendário oficial de eventos de Mato Grosso do Sul.</p><p>Fontes: ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE MATO GROSSO DO SUL (ALEMS); CAPITAL NEWS</p>]]></content:encoded>
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<guid>https://msconecta.com.br/noticia/16692/coxim-ganha-cejusc-com-taxa-de-73-de-acordos-nos-centros-do-tjms</guid>
<title><![CDATA[Coxim ganha Cejusc com taxa de 73% de acordos nos centros do TJMS]]></title>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 18:13:17 -0400</pubDate>
<category>Região Norte</category>
<author>contato@msconecta.com.br (Redação MSConecta)</author>
<description><![CDATA[Tribunal de Justiça de MS instalou nesta quinta-feira o centro de mediação e conciliação em Coxim; estado já tem 18 unidades e Aquidauana recebe a próxima em 17 de setembro.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul inaugurou nesta quinta-feira, 10 de setembro de 2026, o <a href='https://msconecta.com.br/noticias-coxim'>Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania de Coxim</a> — o Cejusc —, unidade que permite à população resolver disputas cíveis e de família por mediação ou conciliação, sem precisar entrar com uma ação judicial. A coordenação ficará a cargo do juiz Bruno Palhano Gonçalves e da servidora Eunice Caetano da Silva Campos.</p><p>A abertura não é um caso isolado: ela integra uma expansão sistemática conduzida pela gestão do desembargador Dorival Renato Pavan no biênio 2025/2026, que elevou para 18 o total de Cejuscs em funcionamento no estado. Os números que sustentam essa aposta são expressivos — só em 2026, as unidades realizaram 4.472 audiências pré-processuais e fecharam acordos em 73,21% dos casos. Na esfera processual, foram 15.071 audiências, com taxa de acordos de 20,72%.</p>Resolução sem processo: o que muda para quem mora em Coxim<p>Antes da instalação do Cejusc, um morador de Coxim com uma pendência de vizinhança, dívida ou disputa familiar precisava protocolar uma ação formal e aguardar o rito ordinário do Judiciário. A partir de agora, o mesmo conflito pode ser resolvido no setor pré-processual do centro, que atua antes mesmo do registro da ação. O atendimento é gratuito.</p><p>O juiz coordenador Bruno Palhano Gonçalves descreveu o objetivo central da unidade: "O Cejusc fortalece a cultura do diálogo e aproxima o Poder Judiciário da comunidade, permitindo que as próprias partes participem da construção de soluções adequadas para suas controvérsias". Além da mediação, o centro oferece um setor de cidadania com oficinas de parentalidade, programas de superendividamento e práticas de justiça restaurativa.</p>Aquidauana é a próxima — e o estado fecha o mapa das comarcas-sede<p>Com Coxim no ar, o TJMS anuncia que a comarca de Aquidauana receberá seu Cejusc em 17 de setembro de 2026 — uma quarta-feira. A inauguração vai completar a presença do Poder Judiciário em todas as comarcas-sede de circunscrição do estado, meta que a gestão Pavan perseguiu ao longo do biênio.</p><p>Para o presidente do TJMS, Des. Dorival Renato Pavan, o modelo representa uma mudança de postura institucional: "Estamos proporcionando ao cidadão a oportunidade de ser protagonista da solução de seus próprios conflitos, participando ativamente da construção dos acordos e fortalecendo a pacificação social". O coordenador do Nupemec, Des. José Ale Ahmad Netto, foi além ao definir a abertura do centro como "a concretização de uma nova era no Poder Judiciário — um marco que representa uma mudança de paradigma na prestação jurisdicional". A estrutura dos Cejuscs segue a Resolução nº 125/2010 do CNJ, que orienta o modelo do chamado Tribunal Multiportas.</p><p>Fontes: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE MATO GROSSO DO SUL; ENFOQUE MS</p>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Soja atinge maior preço em 3 anos em Chicago e aquece portos que escoam MS]]></title>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 18:10:18 -0400</pubDate>
<category>Agronegócio</category>
<author>contato@msconecta.com.br (Redação MSConecta)</author>
<description><![CDATA[China comprou 1 milhão de toneladas dos EUA nesta semana e relatório do USDA pode cortar estimativas de safra amanhã; veja o que esperar dos preços]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os contratos futuros da soja dispararam na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) nesta quinta-feira, 10 de setembro de 2026, encerrando nos melhores níveis em três anos — e o efeito chegou diretamente aos portos de Paranaguá e Rio Grande, pelos quais escoa parte relevante da produção sul-mato-grossense. O contrato de novembro fechou em alta de 1,73%, a US$ 13,32 por bushel, puxado por uma compra chinesa de cerca de 1 milhão de toneladas de soja americana registrada ao longo desta semana e pela expectativa em torno do relatório mensal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para sexta-feira.</p><p>O analista Rafael Silveira, da consultoria Safras & Mercado, acompanhou o mercado físico ao longo do dia e observou cotações aquecidas nos dois principais portos exportadores. No interior, contudo, o quadro é de escassez: produtores seguem retraídos, recusando-se a liquidar estoques num momento em que a oferta disponível é mínima — e justamente por isso os preços se sustentam firmes.</p>Pouco grão disponível no Centro-Oeste sustenta o basis acima da paridade<p>"Em regiões do Centro, como Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, resta muito pouco volume de soja", destacou Silveira. A situação é ainda mais crítica no Matopiba — corredor que abrange Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia —, onde praticamente não há mercado disponível na safra velha, com as atenções voltadas para ofertas da safra nova. Mato Grosso do Sul, que integra o mesmo cinturão produtivo do Centro-Oeste, vive dinâmica semelhante: produtores presos ao grão enquanto os compradores precisam correr atrás de volume.</p><p>O basis local — diferencial entre o preço físico e o futuro — permanece extremamente forte, segundo o analista. Em Mato Grosso, há registros de ofertas muito acima da paridade de exportação, ainda que para poucos volumes. O spread entre compradores e vendedores segue elevado, o que torna a originação no mercado interno um exercício de paciência. O dólar comercial encerrou a sessão cotado a R$ 5,10, depois de oscilar entre R$ 5,08 e R$ 5,14 ao longo do dia — volatilidade que adicionou incerteza ao cálculo dos produtores.</p>China acelera compras antes da visita de Xi Jinping a Washington<p>Por trás da disparada em Chicago está um movimento geopolítico concreto: a China está acelerando as compras de soja americana antes da visita do presidente Xi Jinping a Washington, prevista para o final de setembro. Segundo a Agência Reuters, as aquisições desta semana elevam o total comprado por Pequim a quase metade das 25 milhões de toneladas anuais que a Casa Branca afirma que a China se comprometeu a adquirir até 2028. Somente nesta quinta-feira, exportadores privados americanos confirmaram a venda de 271 mil toneladas para a China e de 206,5 mil toneladas para destinos não declarados.</p><p>Esse volume de demanda, concentrado em poucos dias, foi o principal combustível para que os contratos de novembro rompessem resistências e marcassem o fechamento mais alto em três anos. A posição janeiro acompanhou, encerrando a US$ 13,47 por bushel, alta de 1,66%. Nos subprodutos, o farelo de dezembro subiu 1,53%, a US$ 356,90 por tonelada, e o óleo de dezembro avançou 1,91%, a 71,92 centavos por libra-peso.</p>Relatório do USDA pode cortar estimativas e empurrar preços ainda mais<p>O mercado chega à sexta-feira posicionado para mais um catalisador: o relatório de setembro do USDA. Analistas consultados por agências internacionais projetam que o Departamento reduza sua estimativa para a safra americana 2026/27 de 4,519 bilhões de bushels — número de agosto — para 4,492 bilhões. Os estoques de passagem também devem ser revisados para baixo: a aposta do mercado é em 289 milhões de bushels, ante os 320 milhões projetados anteriormente.</p><p>No quadro mundial, o mercado trabalha com estoques finais 2026/27 em 123,1 milhões de toneladas, abaixo dos atuais 124,2 milhões. Para os produtores que ainda guardam grão em <a href='https://msconecta.com.br/noticia/15749/soja-sobe-em-chicago-mas-produtores-seguram-estoque-esperando-relatorio-dos-eua'>Mato Grosso do Sul e seguiam na expectativa do relatório</a>, o momento pede atenção ao que o USDA divulgará: se as estimativas caírem como o mercado projeta, a pressão de alta sobre as <a href='https://msconecta.com.br/noticia/16653/soja-sobe-em-chicago-e-abre-janela-para-produtor-de-ms-travar-preco'>cotações pode abrir uma nova janela para travar preço</a> — especialmente para quem ainda tem volume disponível numa semana em que quase ninguém quer vender.</p><p>Fontes: SAFRAS &amp; MERCADO; USDA; REUTERS; CANAL RURAL</p>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Santa Casa de CG: 4 crianças esperam por cirurgia cardíaca sem previsão de retorno]]></title>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 18:06:56 -0400</pubDate>
<category>Saúde</category>
<author>contato@msconecta.com.br (Redação MSConecta)</author>
<description><![CDATA[Único hospital de referência em cardiologia pediátrica de MS suspendeu procedimentos após perder os dois únicos cirurgiões da especialidade; repasse de R$ 4 mi ainda não chegou.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Quatro crianças aguardam na Santa Casa de Campo Grande por cirurgias cardíacas que não têm data para acontecer. O hospital, única referência em cardiologia pediátrica de Mato Grosso do Sul, suspendeu os procedimentos no início de setembro depois de perder simultaneamente os dois únicos profissionais da especialidade: um cirurgião está afastado por problema grave de saúde e a outra cirurgiã pediu rescisão do contrato.</p><p>A paralisação foi comunicada oficialmente à Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) por meio do Ofício nº 280/2026, enviado em 3 de setembro de 2026. O hospital justifica que a cardiologia pediátrica é uma especialidade de altíssima complexidade, com pouquíssimos profissionais disponíveis no mercado, o que, segundo a instituição, "impede a recomposição imediata da equipe".</p>Crianças acompanhadas, mas sem data para operar<p>A Santa Casa garante que as quatro crianças que aguardam procedimento continuam sendo atendidas no hospital — passando por consultas e exames — mas sem previsão de quando as cirurgias serão realizadas. Em nota, a instituição afirmou que "a suspensão não significa interrupção da assistência às crianças, mas uma medida responsável e necessária para preservar a segurança dos pacientes", acrescentando que segue em diálogo com os gestores do SUS para recompor a equipe.</p><p>A crise que levou ao fechamento da ala cirúrgica tem raízes financeiras. Um grupo de médicos da Santa Casa se desligou da instituição após quatro meses de salários atrasados, esvaziando de vez o setor de cirurgia cardíaca pediátrica. Além do rombo com pessoal, o hospital denuncia desequilíbrio econômico-financeiro no contrato com o poder público — mesmo com os repasses em dia — e alerta que a situação compromete a compra de medicamentos, insumos e materiais.</p>Repasse de R$ 4 milhões prometido, mas ainda não liberado<p>O secretário municipal de Saúde, Marcelo Vilela, afirmou na terça-feira, 8 de setembro, que o aporte emergencial de R$ 4 milhões será liberado em até 15 dias — R$ 3 milhões pelo Governo do Estado e R$ 1 milhão pela Prefeitura de Campo Grande. O dinheiro, segundo Vilela, será destinado à compra de insumos para evitar que outros serviços sejam afetados. O próprio hospital, porém, confirmou que o valor ainda não foi depositado até a publicação desta matéria.</p><p>A Santa Casa já havia <a href='https://msconecta.com.br/noticia/16504/santa-casa-de-campo-grande-suspende-cirurgias-e-recebe-r-4-mi-de-emergencia'>suspendido cirurgias e negociado aportes emergenciais</a> anteriormente em meio à crise financeira, e o <a href='https://msconecta.com.br/noticia/16468/santa-casa-de-campo-grande-mp-aciona-justica-e-multa-chega-a-r-100-mil-dia'>Ministério Público chegou a acionar a Justiça com multa de R$ 100 mil por dia</a> para garantir o funcionamento do hospital. Enquanto a negociação avança, quatro famílias em Campo Grande esperam por uma cirurgia no coração dos seus filhos sem saber quando o centro cirúrgico vai reabrir.</p><p>Fontes: SANTA CASA DE CAMPO GRANDE; SESAU CAMPO GRANDE; MIDIAMAX</p>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Café bate recorde em agosto, mas Santos trava exportação de MS]]></title>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 16:35:38 -0400</pubDate>
<category>Agronegócio</category>
<author>contato@msconecta.com.br (Redação MSConecta)</author>
<description><![CDATA[Brasil exportou 4,155 milhões de sacas em agosto de 2026, alta de 31% — mas gargalo portuário que freou o acumulado do ano é o mesmo que atrasa soja e celulose sul-mato-grossenses]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil encerrou agosto de 2026 com o melhor desempenho exportador de café da história para o mês: 4,155 milhões de sacas de 60 kg embarcadas e receita cambial de US$ 1,331 bilhão, crescimento de 31% em volume e 19,8% em receita frente a agosto de 2025, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (10) pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). O resultado é expressivo — e o gargalo que o freou durante o primeiro semestre do ano é o mesmo que preocupa exportadores de soja, celulose e carne de Mato Grosso do Sul.</p><p>O presidente do Cecafé, Márcio Ferreira, atribuiu o resultado de agosto à maior disponibilidade de cafés arábicas da nova safra e ao avanço das variedades canéforas — conilon e robusta —, que registraram a melhor performance histórica para meses de agosto. No entanto, o acumulado de janeiro a agosto de 2026 ainda carrega as marcas de um primeiro semestre difícil: 25,073 milhões de sacas exportadas para 119 países, volume 1,2% abaixo do mesmo período de 2025, com receita cambial de US$ 8,787 bilhões, queda de 9,3%.</p>Porto de Santos concentra 70,9% dos embarques — e o gargalo afeta todo o agro<p>O ponto que conecta o setor cafeeiro com a realidade de Mato Grosso do Sul está no escoamento. Santos respondeu por 70,9% de todos os embarques brasileiros de café entre janeiro e agosto de 2026, totalizando 17,788 milhões de sacas. O próprio Ferreira apontou a "defasagem na infraestrutura portuária" como um dos fatores que pesaram no desempenho negativo do acumulado — e esse é exatamente o mesmo gargalo que produtores de soja de Dourados e Maracaju, e exportadores de celulose de Três Lagoas, enfrentam ao escoar a produção sul-mato-grossense pelo mesmo porto. Quando Santos trava, todo o agro de MS sente.</p><p>Ferreira também citou "incertezas comerciais nos Estados Unidos" como fator de pressão sobre os resultados do primeiro semestre. Os EUA foram o principal destino do café brasileiro entre janeiro e agosto, absorvendo 3,158 milhões de sacas, à frente de Alemanha (2,824 milhões), Itália (2,248 milhões), Bélgica (2,115 milhões) e Japão (1,305 milhão).</p>Conilon puxa crescimento e abre espaço para diversificação<p>O segmento que mais cresceu em agosto foi o de conilon e robusta, com alta de 53,6% em relação a agosto de 2025, chegando a 953.592 sacas. O arábica avançou 25,7%, para 2,866 milhões de sacas. O café solúvel também subiu, 24,3%, com 332.192 sacas. O desempenho reflete, segundo o Cecafé, a evolução da qualidade do conilon brasileiro no mercado global — um dado que interessa a produtores do interior que avaliam diversificação de culturas.</p><p>No primeiro bimestre do ano-safra 2026/2027 — formado por julho e agosto —, o Brasil já acumula 7,204 milhões de sacas exportadas e receita cambial de US$ 2,242 bilhões, com crescimento de 21,5% em volume. Se o ritmo de agosto se sustentar, os números anuais devem se recuperar nos próximos meses — mas isso dependerá, entre outros fatores, de quanto a infraestrutura portuária consegue absorver sem travar o <a href='https://msconecta.com.br/noticia/15413/chuvas-atrasam-colheita-de-cafe-no-brasil-que-chega-a-78-da-safra'>escoamento das safras ainda em campo</a>. Para o <a href='https://msconecta.com.br/noticia/16294/desemprego-cai-para-53-e-brasil-registra-recorde-de-pessoas-ocupadas'>mercado de trabalho no agro</a>, um segundo semestre forte pode sustentar empregos no setor exportador.</p><p>Fontes: CONSELHO DOS EXPORTADORES DE CAFÉ DO BRASIL (CECAFÉ); CANAL RURAL</p>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Petróleo dispara 6% e usinas de MS enfrentam dilema entre etanol e açúcar]]></title>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 16:32:31 -0400</pubDate>
<category>Agronegócio</category>
<author>contato@msconecta.com.br (Redação MSConecta)</author>
<description><![CDATA[Alta do petróleo melhora a competitividade do etanol e aumenta pressão sobre oferta global de açúcar, com déficit projetado de até 3,2 milhões de toneladas para 2026/27.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A disparada de mais de 6% no preço do petróleo bruto nesta quinta-feira, 10 de setembro de 2026, empurrou as cotações do açúcar aos maiores patamares das últimas semanas nas bolsas internacionais — e colocou as usinas sucroenergéticas de Mato Grosso do Sul diante de uma equação cada vez mais vantajosa para o etanol. Em Nova York, o contrato de outubro fechou a 18,73 cents por libra-peso, alta de 33 pontos. Em Londres, o mesmo vencimento avançou 400 pontos, para US$ 538,30 por tonelada — o maior nível em meses.</p><p>A lógica do mercado é direta: quando o petróleo sobe, o etanol se torna mais competitivo frente aos combustíveis fósseis, e as usinas passam a redirecionar parcela maior da cana para a produção do biocombustível. O resultado é menos cana destinada ao açúcar, menos açúcar disponível e, consequentemente, pressão de alta nos preços internacionais. Para as unidades instaladas em MS, essa dinâmica já define o mix de produção safra a safra — e o movimento desta semana reacende o debate sobre para onde vai a cana da próxima temporada.</p>Tailândia e projeções de déficit aprofundam o cenário de aperto<p>O empurrão do petróleo chegou em um momento em que o mercado já estava de olho na Tailândia, segundo maior exportador mundial de açúcar. Na segunda-feira, a Thai Sugar Millers Corp projetou queda de 17% na produção tailandesa na safra 2026/27, para aproximadamente 10 milhões de toneladas. Menos cana tailandesa no mercado global significa menos açúcar disponível para exportação — e mais espaço para o produto brasileiro, inclusive o produzido em MS.</p><p>O cenário de oferta restrita é reforçado pelas projeções das principais consultorias do setor. A Green Pool estima <a href='https://msconecta.com.br/noticia/15824/consultorias-elevam-deficit-global-de-acucar-para-ate-3-3-mi-de-toneladas'>déficit global de 3,2 milhões de toneladas</a> para 2026/27. A StoneX prevê saldo negativo de 1,7 milhão de toneladas, e a Covrig Analytics aponta 300 mil toneladas abaixo da demanda. Já a Organização Internacional do Açúcar (ISO) trabalha com déficit de 200 mil toneladas — uma virada expressiva em relação ao superávit de 1,1 milhão de toneladas estimado para 2025/26. A produção mundial projetada para 2026/27 é de 180,1 milhões de toneladas, recuo de 1% ante o ciclo anterior.</p>Europa em seca e Índia ainda no radar dos traders<p>Na Europa, as temperaturas elevadas e a seca castigaram as lavouras de beterraba. Segundo a S&P Global Energy, a produção de açúcar na União Europeia e no Reino Unido deve fechar em 14,98 milhões de toneladas — o menor volume em 11 anos. Mais um vetor que aperta a oferta global e sustenta as cotações em patamar elevado, favorecendo os exportadores do Hemisfério Sul — entre eles, o Brasil.</p><p>O único fator que ainda traz cautela ao mercado é a Índia. O país vinha sendo monitorado pela possibilidade de aumentar importações de açúcar, o que adicionaria demanda ao mercado. A nova leitura, porém, é que a Índia pode importar menos do que o inicialmente esperado — o que retiraria um suporte de preços. Mesmo assim, com petróleo em alta, Tailândia em baixa e Europa na seca, o <a href='https://msconecta.com.br/noticia/16678/india-antecipa-safra-de-cana-e-menor-oferta-global-aquece-mercado-para-usinas-de-ms'>balanço ainda favorece as usinas sul-mato-grossenses</a> que apostaram em açúcar para exportação neste ciclo.</p><p>Fontes: ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO AÇÚCAR (ISO); THAI SUGAR MILLERS CORP; S&P GLOBAL ENERGY; NOTÍCIAS AGRÍCOLAS</p>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[ALEMS bate o martelo: MS-145 ganha nome e bombeiros de Santa Rita são homenageados]]></title>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 16:29:36 -0400</pubDate>
<category>Política</category>
<author>contato@msconecta.com.br (Redação MSConecta)</author>
<description><![CDATA[Assembleia aprovou quatro projetos nesta semana; rodovia entre Jateí e Naviraí e prédio do Corpo de Bombeiros recebem denominações oficiais — veja o que muda]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) aprovou nesta semana um pacote de quatro projetos de lei que atribuem nomes oficiais a uma rodovia estadual e a um prédio público, além de conceder o título de Utilidade Pública Estadual a duas entidades do interior do estado. As medidas abrangem municípios do Pantanal ao Cone Sul — de Corumbá a Naviraí, passando por Nioaque e Santa Rita do Pardo.</p><p>O conjunto de votações reflete uma prática recorrente na Assembleia: consolidar, por lei, reconhecimentos simbólicos e institucionais que dependem do aval do Legislativo estadual para ter validade jurídica. Todos os projetos aprovados em discussão única seguem agora ao Poder Executivo para sanção do governador; a exceção é a denominação da MS-145, que recebeu emenda substitutiva e precisa passar por votação em redação final antes de seguir o mesmo caminho.</p>Rodovia entre Jateí e Naviraí passa a ter nome próprio<p>O projeto que mais chama atenção pelo alcance regional é o que denomina a MS-145 — rodovia que conecta Jateí a Naviraí, no Cone Sul do estado — como Rodovia Sergio Arantes Pereira. Por ter sido alterado por emenda substitutiva durante a tramitação, o texto ainda aguarda votação em redação final antes de ser encaminhado à sanção governamental, o que significa que a denominação oficial ainda não está definitivamente aprovada.</p><p>Na mesma sessão, o plenário aprovou a denominação do prédio do 5º Subgrupamento do Corpo de Bombeiros Militar, sediado em Santa Rita do Pardo, como Alfredo Goulart, Alfredinho. Como o projeto não recebeu emendas, segue diretamente ao expediente para sanção do governador.</p>Entidades de Nioaque e Corumbá ganham status de Utilidade Pública<p>Os outros dois projetos aprovados reconhecem como de Utilidade Pública Estadual entidades que atuam em áreas distintas, mas igualmente voltadas à população vulnerável. A Associação de Índios Urbanizados de Nioaque (AIURNI), entidade sem fins lucrativos fundada e sediada em <a href='https://msconecta.com.br/noticia/16313/campo-grande-monitora-fake-news-e-rumores-para-agir-antes-de-surtos'>Nioaque</a>, tem como foco a promoção dos direitos sociais, culturais e coletivos de indígenas que vivem fora das aldeias, em contexto urbano — atuando na valorização da identidade, no acesso à cidade e na articulação comunitária.</p><p>Já o Grêmio Recreativo Escola de Samba Mocidade Independente da Nova Corumbá, com sede em Corumbá, é uma das referências do carnaval fronteiriço da região. A entidade não se limita aos desfiles: desenvolve atividades recreativas, artísticas, esportivas e sociais, com atuação especialmente voltada à população da região da Nova Corumbá e da zona sul do município. Ambos os projetos seguem ao executivo para sanção. O reconhecimento de utilidade pública abre portas para que as entidades acessem parcerias, convênios e incentivos junto ao governo do estado.</p><p>Fontes: ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE MATO GROSSO DO SUL (ALEMS); CAPITAL NEWS</p>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Quina acumula em R$ 21,5 mi, mas apostadores de Dourados, Ivinhema e Sidrolândia ficam com R$ 8,2 mil]]></title>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 16:26:39 -0400</pubDate>
<category>Brasil</category>
<author>contato@msconecta.com.br (Redação MSConecta)</author>
<description><![CDATA[Três apostas simples feitas em cidades de MS acertaram quatro dezenas no concurso 7113 da Quina; prêmio principal vai a novo sorteio nesta quinta (10)]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Três apostadores de Mato Grosso do Sul foram à sorte desta quinta-feira, 10 de setembro de 2026, com um resultado que não chegou ao prêmio principal, mas que também não pode ser chamado de derrota: cada um embolsou sua parte dos R$ 8,2 mil distribuídos na faixa da quadra do concurso 7113 da Quina, depois de acertar quatro das cinco dezenas sorteadas pela Caixa Econômica Federal.</p><p>O grande prêmio, porém, seguiu intocado. Nenhum apostador no Brasil completou os cinco números do sorteio realizado na quarta-feira, 9 de setembro de 2026, o que fez o acumulado escalar para R$ 21,5 milhões — valor que será disputado novamente no sorteio desta quinta-feira à noite.</p>MS na faixa da quadra: três cidades, três apostas<p>Os bilhetes premiados foram registrados em Dourados, Ivinhema e Sidrolândia — todas apostas simples, sem recursos extras de dezenas adicionais. O valor de R$ 8,2 mil foi rateado entre os três ganhadores sul-mato-grossenses que chegaram a um número de distância do prêmio milionário.</p><p>A Quina permite que o apostador marque de 5 a 15 números em cada bilhete; quem acerta os cinco leva a bolada principal, mas os acertos parciais — quatro ou três dezenas — garantem premiações menores e movimentam o mercado de loterias no interior do estado.</p>R$ 21,5 milhões em jogo no sorteio desta noite<p>Com o acúmulo confirmado, o prêmio principal da Quina atinge R$ 21,5 milhões neste concurso seguinte. O sorteio desta quinta-feira, 10 de setembro de 2026, acontece no período noturno, com transmissão ao vivo pelos canais oficiais da <a href='https://loterias.caixa.gov.br'>Caixa Econômica Federal</a>. Apostas podem ser feitas até uma hora antes do sorteio nas casas lotéricas credenciadas e pelo aplicativo da Caixa.</p><p>Fontes: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL; PRIMEIRA PÁGINA</p>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[600 alunos da Reme sobem ao palco do Glauce Rocha com teatro e circo]]></title>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 16:20:32 -0400</pubDate>
<category>Cultura</category>
<author>contato@msconecta.com.br (Redação MSConecta)</author>
<description><![CDATA[Mostra Mundo Encantado Ribalta reuniu produções artísticas das escolas municipais de Campo Grande no teatro da UFMS; para muitas crianças, foi a primeira vez em um palco profissional.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 600 estudantes da Rede Municipal de Ensino de Campo Grande ocuparam o palco do Teatro Glauce Rocha, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), durante a mostra Mundo Encantado Ribalta da Reme, realizada nesta semana. Com números de teatro, contação de histórias e apresentações circenses, o evento expôs ao público o que foi trabalhado nas salas de aula e pátios das escolas ao longo do primeiro semestre letivo.</p><p>A iniciativa partiu da Secretaria Municipal de Educação (Semed) como forma de dar visibilidade às práticas artísticas desenvolvidas nas unidades escolares e oferecer às crianças uma experiência real de palco — com plateia, iluminação e estrutura profissional. Professores, diretores e familiares acompanharam as apresentações, tornando o evento também um momento de integração entre escola e família.</p>Para muitas crianças, a estreia em um palco de verdade<p>Entre as mais de seiscentas crianças que subiram ao palco estava Vitória Eduarda Maciel Romeiro, de seis anos, aluna do Grupo 5 da Escola Municipal Adair de Oliveira. Foi a primeira vez que ela pisou em um teatro de grande porte — uma estreia que chegou acompanhada de ansiedade e nervosismo nos dias que antecederam o espetáculo.</p><p>Na plateia, sua mãe, Aline Maciel Torres Romeiro, viu a filha superar a timidez diante da plateia. "É emocionante. A gente descobre o talento e ela estava muito ansiosa com essa apresentação já há alguns dias. É um misto do que ela imaginava que ia apresentar e do que acontece na hora, por causa do nervosismo. Mas deu tudo certo e estava linda", contou.</p>Arte como ferramenta pedagógica nas escolas municipais<p>O propósito da Semed vai além do espetáculo em si. As linguagens artísticas — teatro, circo e narrativa oral — são trabalhadas como instrumentos de desenvolvimento infantil, capazes de estimular autoconfiança, expressão e convivência coletiva desde a primeira infância. A mostra funcionou como ponto de chegada de um processo que começou muito antes do palco, dentro das próprias escolas.</p><p>O evento reforça a <a href='https://msconecta.com.br/noticia/15655/semana-gratuita-no-sesc-reune-musica-danca-teatro-e-circo-em-campo-grande'>movimento crescente de Campo Grande de aproximar crianças das artes cênicas</a>, ampliando o acesso à cultura para além dos circuitos tradicionais. Para muitos alunos da Reme, o Glauce Rocha foi, nesta semana, mais do que um teatro — foi o primeiro contato com o que significa se apresentar para o mundo.</p><p>Fontes: SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE CAMPO GRANDE; CGNOTICIAS</p>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Concurso da Câmara de Ponta Porã fecha inscrições hoje com salários até R$ 7,9 mil]]></title>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 16:14:32 -0400</pubDate>
<category>Oportunidades</category>
<author>contato@msconecta.com.br (Redação MSConecta)</author>
<description><![CDATA[São 19 vagas para cargos de nível médio e superior, com provas marcadas para 18 de outubro em Ponta Porã; veja como se inscrever pelo site do Cebraspe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Quem quer trabalhar na Câmara Municipal de Ponta Porã tem só até o fim desta quinta-feira, 10 de setembro de 2026, para garantir a inscrição no concurso público aberto pela Casa — são 19 vagas imediatas para sete cargos diferentes, com salários que chegam a R$ 7.999,59 e jornada de 30 horas semanais. As inscrições são feitas exclusivamente pelo site do <a href='https://www.cebraspe.org.br'>Cebraspe</a>, organizador do certame.</p><p>O concurso cobre desde postos de nível médio até cargos de nível superior com atribuições técnicas e legislativas. A maior parte das vagas — 12 das 19 — é destinada ao cargo de assistente administrativo, que exige nível médio e paga R$ 3.896,67. Para os demais cargos, há duas vagas para analista de licitação e contratos e uma vaga para cada um dos cargos de analista de sistemas, consultor legislativo, contador, controlador interno e técnico em informática.</p>Taxas, provas e cronograma até novembro<p>As taxas de inscrição variam conforme o nível do cargo: R$ 200 para vagas de nível superior, R$ 140 para nível médio-técnico e R$ 120 para nível médio. O período para solicitação de isenção já encerrou — ocorreu entre os dias 21 e 28 de agosto.</p><p>As provas objetivas, previstas para todos os candidatos, serão realizadas em Ponta Porã no dia 18 de outubro de 2026, um domingo. Quem concorre a cargos de nível superior também enfrentará prova discursiva e avaliação de títulos na mesma data. O resultado final das provas objetivas está programado para 10 de novembro de 2026.</p>Câmara de Ponta Porã e o histórico de concursos recentes<p>Este não é o primeiro movimento recente da Câmara de <a href='https://msconecta.com.br/noticias-ponta-pora'>Ponta Porã</a> em torno do seu quadro de pessoal. A Casa passou por questionamentos do TCE-MS relacionados à extinção de cargos e à gestão de sua estrutura funcional — contexto que torna o novo concurso um passo relevante para a regularização e o reforço do corpo técnico da instituição. O MSConecta noticiou <a href='https://msconecta.com.br/noticia/16538/tce-ms-questiona-camara-de-ponta-pora-casa-extinguiu-14-cargos-e-defende-ex-presidente'>as tensões entre o TCE-MS e a Câmara</a>, que incluíam a extinção de 14 cargos e a defesa do ex-presidente da Casa.</p><p>Para concluir a inscrição antes do prazo de hoje, o candidato deve acessar o site do Cebraspe, preencher o formulário e efetuar o pagamento da taxa. Não há previsão de nova prorrogação do prazo, de acordo com o edital publicado.</p><p>Fontes: CÂMARA MUNICIPAL DE PONTA PORÃ; CEBRASPE; MIDIAMAX</p>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[R$ 9,25 mi em asfalto: São Gabriel do Oeste avança em duas ruas]]></title>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 16:11:45 -0400</pubDate>
<category>Região Norte</category>
<author>contato@msconecta.com.br (Redação MSConecta)</author>
<description><![CDATA[Serviços de drenagem e pavimentação já estão em execução nas ruas David Ferreira da Cunha e Amábile Mafissoni; entenda o que muda no trânsito local.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Duas ruas de São Gabriel do Oeste estão recebendo obras simultâneas de drenagem e asfaltamento dentro de um pacote de R$ 9,25 milhões em pavimentação urbana. Os serviços avançam nas ruas David Ferreira da Cunha e Amábile Mafissoni, além de vias adjacentes, em uma das maiores intervenções de infraestrutura viária recentes no município.</p><p>São Gabriel do Oeste tem crescido a ritmo acelerado nos últimos anos — e a pressão sobre a malha urbana acompanhou esse movimento. A execução simultânea de drenagem e pavimentação segue uma sequência técnica que evita o retrabalho comum em obras onde o asfalto é lançado antes da rede de escoamento estar pronta, problema frequente em cidades do interior de MS.</p>Drenagem primeiro, asfalto depois: a lógica das obras<p>A ordem de execução adotada no canteiro — instalar primeiro a infraestrutura de drenagem para só então aplicar o pavimento — reduz o risco de trincamento precoce do asfalto causado por empoçamento e infiltração. Nas ruas David Ferreira da Cunha e Amábile Mafissoni, os serviços seguem esse roteiro, com equipes trabalhando nas duas frentes ao mesmo tempo.</p><p>O investimento de R$ 9,25 milhões cobre o conjunto das intervenções previstas no pacote, que inclui as duas vias principais e suas transversais. A <a href='https://msconecta.com.br/noticias-sao-gabriel-do-oeste'>cobertura do MSConecta sobre São Gabriel do Oeste</a> tem acompanhado o ritmo de expansão do município, que <a href='https://msconecta.com.br/noticia/16324/sao-gabriel-do-oeste-cresce-10x-mais-que-coxim-e-pressiona-lideranca-regional'>cresce dez vezes mais rápido que Coxim</a> e pressiona a liderança regional no Norte de MS.</p>Cidade em expansão e infraestrutura que corre atrás<p>O avanço das obras de pavimentação ocorre em um momento em que São Gabriel do Oeste consolida sua posição como polo agropecuário e atrai novos moradores, aumentando a demanda por vias urbanas pavimentadas. A melhoria das ruas David Ferreira da Cunha e Amábile Mafissoni beneficia diretamente bairros que concentram parte desse crescimento populacional recente.</p><p>Não há prazo oficial de conclusão divulgado até o momento. O MSConecta acompanha o andamento das obras e atualiza conforme novas informações forem disponibilizadas pela prefeitura.</p><p>Fontes: PREFEITURA DE SÃO GABRIEL DO OESTE; VEJA FOLHA</p>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Três Lagoas abre 799 vagas em escolinhas esportivas gratuitas]]></title>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 16:09:03 -0400</pubDate>
<category>Esporte</category>
<author>contato@msconecta.com.br (Redação MSConecta)</author>
<description><![CDATA[São 22 modalidades disponíveis, de wrestling a xadrez, com turmas para idosos, pessoas com deficiência e crianças. Inscrições a partir de 14 de setembro.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A prefeitura de Três Lagoas coloca à disposição da população 799 vagas gratuitas em escolinhas esportivas para o segundo semestre de 2026, com inscrições abertas a partir de segunda-feira, 14 de setembro. As vagas estão distribuídas em 22 modalidades — de wrestling e capoeira a xadrez e hidroginástica —, e o processo é regulamentado pelo <a href='https://www.treslagoas.ms.gov.br/sejuvel-abre-inscricoes-para-as-escolinhas-esportivas-no-segundo-semestre-de-2026/'>Edital nº 002/2026/Sejuvel</a>, da Secretaria Municipal de Esporte, Juventude e Lazer.</p><p>A oferta contempla públicos distintos: crianças, adultos, pessoas acima de 50 e 60 anos em turmas funcionais adaptadas, além de modalidades de paradesporto para quem precisa comprovar a condição com CID no ato da matrícula. A maior fatia é da modalidade RitBox, com 100 vagas, seguida por futsal masculino (80 vagas) e hidroginástica e natação (60 vagas cada).</p>Como se inscrever e o que levar<p>As inscrições acontecem entre 14 e 18 de setembro e podem ser feitas de forma presencial na sede administrativa da Sejuvel, na Avenida Antônio Trajano, nº 30, Centro, ou por canal digital divulgado no edital. No momento da inscrição, o candidato precisa apresentar CPF, RG, endereço, telefone e e-mail, assinar o termo de responsabilidade e, em algumas modalidades, entregar atestado médico de aptidão física. Documento faltando dentro do prazo significa indeferimento automático, sem possibilidade de recurso.</p><p>Quem já participava das escolinhas em 2025 tem prioridade na matrícula. As vagas restantes seguem ordem de chegada. Cada aluno só pode se matricular em uma modalidade e um horário. A frequência mínima exigida é de 75% das aulas mensais — três faltas consecutivas sem justificativa aceita pela coordenação podem resultar em desligamento automático. Informações pelo telefone (67) 98139-3237.</p>Gratuidade garantida — e variedade para todos os perfis<p>A participação é completamente gratuita: o edital veda qualquer cobrança de taxa, contribuição ou mensalidade. O leque de opções vai de esportes olímpicos tradicionais, como atletismo, judô, handebol e voleibol, a práticas menos comuns nos programas municipais brasileiros, como wrestling (luta olímpica) e xadrez para maiores de 35 anos. Turmas de treino funcional adaptado para pessoas acima de 50 e 60 anos reforçam o foco em qualidade de vida e inclusão — algo relevante para Três Lagoas, que concentra parte significativa de sua população na <a href='https://msconecta.com.br/noticia/16672/brasilandia-abre-seletivo-com-salarios-de-ate-r-17-7-mil-inscricoes-vao-ate-17-9'>região do Vale da Celulose</a>, com perfil de trabalhadores em turnos industriais que buscam atividade física acessível.</p><p>Os horários e locais de treino de cada modalidade serão informados no ato da matrícula e confirmados por protocolo enviado ao e-mail do candidato.</p><p>Fontes: PREFEITURA DE TRÊS LAGOAS; SEJUVEL</p>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Real Time/Big Data: Eduardo Riedel abre 16 pontos de vantagem na disputa pelo Governo de MS]]></title>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 16:06:05 -0400</pubDate>
<category>Política</category>
<author>contato@msconecta.com.br ()</author>
<description><![CDATA[Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (10) aponta o governador Eduardo Riedel (PP) na liderança da corrida eleitoral em Mato Grosso do Sul]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Levantamento do Real Time/Big Data, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MS-00223/2026, mostra que Eduardo Riedel mantém a liderança na disputa pela reeleição ao Governo de Mato Grosso do Sul. </p>

<p>Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, os eleitores responderam à pergunta: "Se a eleição para governador do Mato Grosso do Sul fosse hoje, em quem o(a) senhor(a) votaria?". Segundo o levantamento, Riedel aparece com 42% das intenções de voto, enquanto Fábio Trad registra 26%. </p>

<p>O cenário reforça a posição do atual governador como favorito na disputa estadual, restando poucas semanas para o primeiro turno das eleições. </p>

<p>Vantagem aumenta em eventual segundo turno</p>

<p>A pesquisa também simulou um eventual segundo turno entre os dois candidatos mais bem colocados.</p>

<p>Nesse cenário, Eduardo Riedel amplia ainda mais a vantagem e alcança 57% das intenções de voto, consolidando uma posição confortável na reta final da campanha eleitoral. </p>

<p>O resultado demonstra que o atual governador mantém bom desempenho não apenas no primeiro turno, mas também em uma possível disputa direta contra o principal concorrente.</p>

<p>Levantamento ouviu 1.600 eleitores</p>

<p>A pesquisa do Real Time/Big Data foi realizada entre os dias 5 e 9 de setembro de 2026, com entrevistas junto a 1.600 eleitores de Mato Grosso do Sul. O estudo possui nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. </p>

<p>Os números indicam que, neste momento, a disputa pelo Governo do Estado segue polarizada entre Eduardo Riedel e Fábio Trad, com vantagem significativa para o atual chefe do Executivo estadual. </p>
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<title><![CDATA[Centro de Infectologia de Três Lagoas muda de endereço e ganha novo nome]]></title>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 16:06:17 -0400</pubDate>
<category>Saúde</category>
<author>contato@msconecta.com.br (Redação MSConecta)</author>
<description><![CDATA[Serviço passa a funcionar na Rua João Silva, nº 86, no Centro, a partir da próxima semana; unidade também homenageia médico com nova denominação oficial.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro de Infectologia de Três Lagoas muda de endereço na próxima semana e estreia com um novo nome. A unidade, que funcionava na Rua Maria Moreira de Queiroz, nº 233, no bairro Nossa Senhora Aparecida, passa a ocupar o imóvel da Rua João Silva, nº 86, no Centro da cidade. A transferência vem acompanhada de uma homenagem: o serviço ganha a denominação oficial de Centro de Infectologia "Dr. Paulo Rodrigues Mota", em reconhecimento ao médico que marcou a trajetória da saúde pública local.</p>

<p>A Secretaria Municipal de Saúde garante que nenhum paciente será surpreendido sem aviso. Todos que já estão em acompanhamento com a equipe estão sendo comunicados individualmente sobre a transição — uma precaução que reflete a natureza do serviço, voltado a pessoas que vivem com HIV, hepatites virais e outras infecções que exigem continuidade terapêutica e, sobretudo, discrição.</p>

Uma estrutura que acompanha o crescimento da cidade

<p>Três Lagoas é hoje uma das economias que mais crescem no interior do Brasil. A instalação de grandes complexos industriais ao longo das últimas duas décadas transformou a cidade em polo de atração de trabalhadores de todo o país — e esse fluxo contínuo de pessoas impõe desafios permanentes à rede de saúde pública, especialmente nas especialidades que dependem de rastreamento, prevenção e vínculo de longo prazo com o paciente. Nesse contexto, um centro de infectologia robusto deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade estrutural.</p>

<p>A mudança para o Centro da cidade responde a essa lógica de acessibilidade. Um endereço mais central reduz barreiras de deslocamento para uma população que, muitas vezes, depende de transporte público e precisa conciliar consultas com jornadas de trabalho. A decisão de transferir a sede, nesse sentido, é também uma escolha de política pública.</p>

Equipe e cuidado permanecem intactos na nova sede

<p>A mudança é de endereço e de nome — não de vocação. O centro mantém os mesmos profissionais e continua oferecendo atendimento especializado em doenças infecciosas, com serviços que vão do diagnóstico ao acompanhamento clínico continuado, passando por ações de prevenção e orientação em saúde. A unidade integra a Rede Municipal de Atenção à Saúde de <a href="https://msconecta.com.br/noticias-tres-lagoas">Três Lagoas</a> e opera sob o princípio do atendimento humanizado e sigiloso, condição inegociável para qualquer serviço de infectologia que pretenda, de fato, alcançar quem mais precisa.</p>

<p>A Secretaria recomenda que os usuários confiram o novo endereço antes de se deslocarem. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone (67) 98139-3237. O documento oficial com todos os detalhes da transição está disponível no <a href="https://www.treslagoas.ms.gov.br/centro-de-infectologia-passa-a-atender-em-novo-endereco-em-tres-lagoas/">portal da Prefeitura de Três Lagoas</a>.</p>

<p>Fontes: PREFEITURA DE TRÊS LAGOAS; SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE TRÊS LAGOAS</p>]]></content:encoded>
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</item>
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<title><![CDATA[Real Time/Big Data: Reinaldo Azambuja lidera disputa ao Senado em Mato Grosso do Sul]]></title>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 16:02:28 -0400</pubDate>
<category>Política</category>
<author>contato@msconecta.com.br ()</author>
<description><![CDATA[Levantamento mostra vantagem de Reinaldo Azambuja e Capitão Contar na corrida pelas duas vagas em disputa para o Senado Federal nas eleições de 2026.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa do Real Time/Big Data, divulgada nesta quinta-feira (10), aponta o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) na liderança das intenções de voto para o Senado em Mato Grosso do Sul. O levantamento considerou o primeiro e o segundo votos dos eleitores, já que neste ano cada eleitor poderá escolher dois candidatos para ocupar as duas cadeiras em disputa. </p>

<p>De acordo com a pesquisa, os candidatos aparecem com os seguintes percentuais:</p>

<p>Reinaldo Azambuja (PL): 32%<br />
Capitão Contar (PL): 23%<br />
Vander Loubet (PT): 12%<br />
Soraya Thronicke (PSB): 11%<br />
Beto do Movimento (PSOL): 6%<br />
Daniel Júnior (Agir): 2%<br />
Roberto Oshiro (Novo): 2%<br />
Luiz Lemes (DC): 1%<br />
Valter da Comagran (PRD): 1%<br />
Branco/Nulo: 4%<br />
Não sabe/Não respondeu: 6%</p>

<p>O candidato Valderi Garcia (PCO) não registrou intenções de voto no levantamento. [candidatos...nal.com.br]</p>

<p>PL aparece na frente na disputa pelas duas vagas</p>

<p>Os números indicam vantagem da chapa formada por Reinaldo Azambuja e Capitão Contar, ambos do PL. Caso o cenário se confirme nas urnas, os dois candidatos conquistariam as duas vagas de Mato Grosso do Sul no Senado Federal. </p>

<p>Já Vander Loubet e Soraya Thronicke formam o segundo bloco da disputa, aparecendo tecnicamente próximos dentro da margem de erro e buscando reduzir a distância para os líderes nas últimas semanas de campanha. </p>

<p>Metodologia</p>

<p>A pesquisa ouviu 1.600 eleitores entre os dias 5 e 9 de setembro de 2026. O levantamento possui 95% de nível de confiança e margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.</p>

<p>O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MS-00223/2026.</p>

<p> </p>
]]></content:encoded>
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<guid>https://msconecta.com.br/noticia/16678/india-antecipa-safra-de-cana-e-menor-oferta-global-aquece-mercado-para-usinas-de-ms</guid>
<title><![CDATA[Índia antecipa safra de cana e menor oferta global aquece mercado para usinas de MS]]></title>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 15:32:53 -0400</pubDate>
<category>Agronegócio</category>
<author>contato@msconecta.com.br (Redação MSConecta)</author>
<description><![CDATA[Uttar Pradesh, maior estado produtor indiano, autoriza moagem a partir de 15 de outubro com estimativa 5% menor que a safra atual — cenário que pode valorizar o açúcar exportado pelo Brasil.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O maior estado produtor de açúcar da Índia autorizou, na quarta-feira (9), o início da moagem de cana-de-açúcar a partir de 15 de outubro — duas semanas antes do que ocorreu no ciclo anterior —, mas com uma ressalva que interessa diretamente ao mercado global: a quantidade disponível deve cair para 99 milhões de toneladas, ante as 104,5 milhões processadas na safra atual, uma retração de cerca de 5%, segundo o departamento estadual de agricultura indiano.</p><p>A antecipação do calendário, anunciada em comunicado oficial do governo de Uttar Pradesh, acontece num momento delicado: o país atravessa uma alta histórica nos preços internos do açúcar e, no mês passado, autorizou a importação isenta de impostos de 1 milhão de toneladas de açúcar bruto para tentar aliviar a pressão sobre o consumidor — medida incomum para a maior nação consumidora do produto no mundo.</p>Menos cana na Índia, mais espaço para o açúcar brasileiro no mercado global<p>Para o setor sucroenergético de Mato Grosso do Sul, a equação indiana representa uma oportunidade concreta. Com a oferta indiana menor e os preços internos lá fora pressionados, o açúcar brasileiro — inclusive o produzido nas usinas da região de Naviraí e Dourados — ganha competitividade nas cotações internacionais. A lógica é direta: quando o maior produtor asiático reduz seu volume, o mercado busca suprir o déficit em outros exportadores, e o Brasil está na linha de frente.</p><p>O setor nacional já vinha em expansão. Segundo a <a href='https://msconecta.com.br/noticia/16092/producao-de-canadeacucar-deve-crescer-47-na-safra-20262027-aponta-conab'>projeção da Conab para a safra 2026/2027, a produção brasileira de cana deve crescer 4,7%</a> — justamente quando a Índia sinaliza contração. Paralelamente, <a href='https://msconecta.com.br/noticia/15635/usinas-redirecionam-cana-ao-etanol-e-acucar-cai-26-no-centro-sul'>usinas do Centro-Sul já redirecionaram parte da cana para etanol, o que reduziu o volume de açúcar em 26%</a>, mas qualquer valorização internacional da commodity pode inverter essa lógica rapidamente.</p>Índia tenta equilibrar consumo recorde com importação emergencial<p>O governo indiano enfrenta um dilema clássico: é ao mesmo tempo o maior consumidor e um dos maiores produtores mundiais de açúcar. Quando a safra vacila internamente, o impacto se propaga para toda a cadeia global. A importação emergencial de 1 milhão de toneladas de açúcar bruto sem tarifas foi uma tentativa de conter preços que atingiram níveis recordes — mas a medida, por si só, não resolve a questão estrutural de uma safra menor à vista.</p><p>Com a moagem prevista para começar em 15 de outubro, as próximas semanas serão decisivas para calibrar o volume real que o estado produzirá e o reflexo nos contratos futuros do açúcar nas bolsas internacionais — mercado que as usinas sul-mato-grossenses acompanham de perto para definir suas estratégias de comercialização.</p><p>Fontes: GOVERNO DE UTTAR PRADESH; REUTERS; NOTÍCIAS AGRÍCOLAS</p>]]></content:encoded>
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</item>
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<title><![CDATA[Como a 3ª maior colônia japonesa do Brasil moldou o prato símbolo de Campo Grande]]></title>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 15:29:48 -0400</pubDate>
<category>Cultura</category>
<author>contato@msconecta.com.br (Redação MSConecta)</author>
<description><![CDATA[Do sobá ao tereré, a gastronomia de MS é construída por okinawanos, paraguaios e pantaneiros — e Campo Grande é onde esses mundos se encontram no prato.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Existe um prato que resume décadas de imigração, fronteira e Pantanal em uma tigela fumegante: o sobá, macarrão de trigo-sarraceno com caldo temperado, carne, omelete e cebolinha, que se tornou o símbolo gastronômico de Campo Grande. O que poucos sabem é que ele nasceu de uma das maiores diásporas japonesas fora do Japão — e que Mato Grosso do Sul abriga a terceira maior colônia japonesa do Brasil, com raízes sobretudo okinawanas e mais de cem anos de história fincada no estado.</p><p>A revelação ajuda a entender por que comer em Campo Grande é, em muitos sentidos, uma aula de história. A capital sul-mato-grossense cresceu recebendo ondas migratórias que não apenas trouxeram costumes, mas os fundiram ao Cerrado, ao Pantanal e à fronteira com o Paraguai. O resultado é uma cozinha que não se encaixa em nenhuma categoria simples — e que vem atraindo atenção nacional justamente por isso.</p>O sobá e a mandioca com shoyu: quando o Brasil e o Japão dividem o mesmo prato<p>O sobá foi escolhido Patrimônio Cultural Imaterial de Campo Grande em 2006, por voto popular — uma distinção rara que reflete o quanto o prato deixou de ser étnico para se tornar identidade coletiva. As sobarias estão espalhadas pela cidade, e a Feira Central é um dos endereços mais emblemáticos: o telhado com abas inclinadas no estilo japonês clássico e uma escultura de sobá gigante na entrada não deixam dúvida sobre o que o local representa.</p><p>Na Feira, o Jadi Sobá serve tanto versões tradicionais quanto autorais, incorporando ingredientes pantaneiros como espetinho bovino e mandioca. E é justamente nessa combinação que aparece um dos detalhes mais reveladores da fusão cultural sul-mato-grossense: a mandioca — raiz nativa, brasileiríssima — é frequentemente servida temperada com shoyu, o molho de soja japonês. Nas casas e restaurantes do estado, os dois ingredientes dividem a mesa sem cerimônia, como se sempre tivessem pertencido um ao outro.</p><p>O chef e pesquisador Paulo Machado, especialista na cozinha sul-mato-grossense, sintetiza essa teia de influências: "É uma região marcada pela economia da pecuária, mas também por influências que vão além de Paraguai e Bolívia, que estão aqui do lado. Há a cozinha japonesa e libanesa, hordas migratórias que vieram para a região, sobretudo para a capital, e moldaram parte dessa gastronomia", afirma.</p>Sopa paraguaia, chipa e tereré: a fronteira que alimenta<p>A poucos quilômetros da linha que separa o Brasil do Paraguai, a fronteira não divide — ela tempera. A sopa paraguaia, que na prática é uma torta densa de fubá com queijo e cebola, e a chipa guazú, versão feita com milho verde fresco, aparecem em cozinhas de Ponta Porã, Dourados e também na capital, carregadas pela circulação cotidiana de pessoas entre os dois países.</p><p>O tereré é o elo mais visível dessa vizinhança. Feito com erva-mate (Ilex paraguariensis) infusionada em água gelada — às vezes saborizada com guaraná, menta ou outras ervas —, ele é muito mais do que uma bebida refrescante no calor pantaneiro. A cuia passa de mão em mão na roda, num ritual social que atravessa gerações e fronteiras. Quem visita MS pela primeira vez frequentemente estranha; quem mora, dificilmente abre mão.</p>Cerrado, Pantanal e Bonito: o território também está no prato<p>Além das influências humanas, o próprio ambiente de MS deixa marca na cozinha. O Cerrado oferece frutos como pequi, bocaiúva e guavira — esta última, símbolo oficial do estado, aparece em sucos, doces e até em preparações autorais de chefs que apostam na identidade local. O Pantanal, maior planície alagável do mundo, contribui com fauna, flora e uma cultura de interior que se traduz em proteínas, técnicas e memórias afetivas.</p><p>Em Bonito, o turismo acelerou essa conversa. Com visitantes chegando de todo o Brasil e do exterior, os chefs da cidade se deparam com a pressão — e a oportunidade — de transformar ingredientes locais em experiências gastronômicas à altura da natureza que cerca o município. A culinária, aqui, também é cartão-postal.</p><p>O resultado desse cruzamento de geografias, povos e histórias é um estado onde a pergunta "o que você come por aí?" raramente tem resposta simples — e onde cada prato carrega, embutida, uma camada de quem passou por ali e ficou.</p><p>Fontes: ESTADÃO/PALADAR; PREFEITURA DE CAMPO GRANDE</p>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[TCE-MS suspende licitação de R$ 2,1 mi para asfalto em Novo Horizonte do Sul]]></title>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 15:26:39 -0400</pubDate>
<category>Cone Sul // Fronteira</category>
<author>contato@msconecta.com.br (Redação MSConecta)</author>
<description><![CDATA[Tribunal apontou inversão de fases no processo e falta de publicação obrigatória no Diário Oficial; prefeito foi intimado a se explicar antes de qualquer contrato ser assinado.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) determinou, em 4 de setembro de 2026 (sexta-feira), que a Prefeitura de Novo Horizonte do Sul não formalize nenhum contrato decorrente da Concorrência Presencial nº 003/2026 — licitação de R$ 2.126.756,38 destinada à restauração de pavimento em ruas do município — enquanto irregularidades apontadas no edital não forem esclarecidas. O despacho foi assinado pelo conselheiro-substituto Leandro Lobo Ribeiro Pimentel, que intimou o prefeito Aldenir Barbosa do Nascimento a apresentar justificativas sobre duas falhas identificadas durante o controle prévio da licitação.</p><p>A sessão pública da concorrência havia ocorrido em 1º de setembro de 2026 (terça-feira). Menos de uma semana depois, o TCE-MS já sinalizava que o processo apresentava problemas que, se ignorados, poderiam gerar efeitos financeiros e jurídicos difíceis de reverter — justamente a situação que a fiscalização prévia existe para evitar.</p>Duas falhas que travaram o processo<p>A principal irregularidade identificada pela equipe técnica do Tribunal foi a inversão das fases do procedimento licitatório: a habilitação dos participantes foi colocada antes da apresentação e do julgamento das propostas — ordem inversa à prevista como regra geral pela Lei de Licitações. Segundo o TCE-MS, essa inversão é permitida apenas como medida excepcional, e o processo administrativo não continha nenhuma justificativa específica para sua adoção.</p><p>A segunda falha diz respeito à publicidade do certame. O município divulgou a licitação no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP), mas não comprovou a publicação do extrato do edital no Diário Oficial nem em jornal diário de grande circulação — exigências previstas expressamente na legislação. Para o Tribunal, publicar apenas no portal federal não supre as demais obrigações legais de transparência.</p>O que o prefeito precisa fazer agora<p>A determinação do TCE-MS é clara: a prefeitura não pode assinar contrato, emitir ordem de serviço nem realizar qualquer ato que implique execução financeira ou pagamento relacionado à licitação enquanto o prefeito Aldenir Barbosa do Nascimento não apresentar esclarecimentos e o Tribunal não concluir a análise após o contraditório. O despacho ressalta que a medida não representa decisão definitiva sobre a legalidade do processo — é uma cautela para preservar o erário municipal durante a apuração.</p><p>Para Novo Horizonte do Sul, cidade do extremo sul de MS, a paralisação significa que as obras de recuperação de ruas aguardam um prazo que depende da agilidade da gestão municipal em responder aos apontamentos. O TCE-MS não fixou prazo público para a resposta no despacho divulgado, mas o andamento do processo pode ser acompanhado no portal do próprio Tribunal.</p><p>Fontes: TCE-MS; TOPMIDIANEWS</p>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[MS projeta recorde de 16,25 mi de t de milho com 94,9% colhido]]></title>
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<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 15:23:43 -0400</pubDate>
<category>Agronegócio</category>
<author>contato@msconecta.com.br (Redação MSConecta)</author>
<description><![CDATA[Três Lagoas lidera com 174 sacas por hectare; região Norte do estado já encerrou praticamente toda a colheita, mas ventos fortes ainda preocupam quem tem lavoura em campo.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Mato Grosso do Sul está a menos de dois meses de encerrar uma das melhores safras de milho safrinha de sua história. Levantamento do Projeto SIGA-MS, conduzido pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, registrou que 94,9% da área acompanhada já foi colhida até 4 de setembro de 2026 — o equivalente a 2,09 milhões de hectares. Com esse ritmo, a produção estadual está projetada em 16,254 milhões de toneladas, um crescimento de 16,7% frente à safra 2024/2025.</p><p>O número impressiona sobretudo porque representa uma revisão para cima em relação à estimativa inicial: no começo da safra, a produtividade média esperada era de 84,16 sacas por hectare. Os dados mais recentes mostram potencial entre 40 e 192 sacas por hectare, dependendo do município — uma amplitude que revela tanto os sucessos do manejo quanto as diferenças climáticas que marcaram o ciclo em diferentes pontos do estado.</p>Três Lagoas puxa o desempenho estadual com 174 sacas por hectare<p>Entre os municípios avaliados, Três Lagoas registrou a maior produtividade: 174,3 sacas por hectare. Logo atrás estão Alcinópolis, com 167,8 sacas/ha; Camapuã, com 165,3; e Rio Negro, com 162 sacas/ha. Os quatro municípios ficam na faixa norte e centro-norte do estado, mesma faixa que lidera o avanço da colheita: a região Norte já colheu 99,7% da área, seguida pelo Sul (94,5%) e pelo Centro (93,8%).</p><p>Para Lucas Santana, analista técnico da Aprosoja/MS, o resultado reflete uma combinação de fatores que não se repetem em toda parte. "Os resultados observados até o momento mostram que uma parcela significativa das lavouras conseguiu expressar um bom potencial produtivo. O acompanhamento de campo tem identificado áreas com elevado rendimento, resultado de um conjunto de fatores que envolve o estabelecimento adequado da cultura, o manejo realizado ao longo do ciclo e as condições climáticas encontradas nas diferentes regiões", afirmou o técnico. A variação entre municípios — de 40 a 192 sacas — deixa claro que o cenário estadual positivo convive com lavouras em situação mais difícil, especialmente onde as chuvas foram menos regulares ou o plantio atrasou.</p><p>Também vale lembrar que os dados ainda são preliminares: foram realizadas 354 avaliações, cobrindo cerca de 18% da área cultivada total de 2,206 milhões de hectares. A consolidação definitiva depende da ampliação da amostragem e da conclusão do estudo de uso e ocupação do solo — o que significa que a projeção de 16,25 milhões de toneladas pode ser ajustada para cima ou para baixo nas próximas semanas. Você pode acompanhar a evolução desse número comparando com o que o MSConecta registrou quando a <a href='https://msconecta.com.br/noticia/15659/colheita-do-milho-safrinha-em-mato-grosso-sul-avanca-para-373-da-area-cultivada'>colheita estava em apenas 37,3%</a> da área.</p>Ventos fortes são o principal risco para quem ainda está em campo<p>Com quase 5% da área ainda aguardando a colheitadeira, o alerta dos técnicos se volta para as condições climáticas dos próximos dias. Na primeira semana de setembro, chuvas entre 5 e 55 milímetros foram registradas em diferentes pontos do estado — precipitações que ajudaram a manter a umidade do solo e a preparar a terra para a próxima safra, mas que também aumentam a atenção com rajadas de vento.</p><p>"Nas áreas que ainda estão em campo, o produtor precisa manter atenção principalmente às condições climáticas e ao ponto de colheita. O risco de vendavais exige cuidado, porque pode provocar acamamento e quebramento de plantas, dificultando a operação e podendo gerar perdas. Por isso, o acompanhamento da lavoura até a retirada do milho é fundamental", orientou Lucas Santana. Na região Oeste, onde o desempenho é mais heterogêneo, 88% das áreas avaliadas foram classificadas como boas, 10% em condição regular e 2% em condição ruim — números que mostram que, mesmo no cenário favorável do estado, há lavouras que precisam de atenção redobrada até o fim da operação.</p><p>O otimismo com a safra 2025/2026 também chega em momento relevante para o mercado: o <a href='https://msconecta.com.br/noticia/16379/milho-atinge-maior-cotacao-em-tres-anos-e-soja-chega-a-r-160-por'>milho atingiu a maior cotação em três anos</a>, o que torna cada saca preservada no campo ainda mais valiosa para o produtor sul-mato-grossense.</p><p>Fontes: APROSOJA/MS; SIGA-MS; REGIÃO NEWS</p>]]></content:encoded>
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