TRE-MS convoca mesários para aldeias indígenas em Maracaju e Caarapó

Justiça Eleitoral divulgou lista de convocados para atuar em territórios indígenas nas Eleições 2026; quem quiser recusar tem apenas 5 dias e ausência sem justificativa gera penalidade.

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Divulgação/TRE-MS

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) divulgou a lista de mesários convocados para trabalhar nas Eleições 2026 em territórios indígenas dos municípios de Maracaju e Caarapó. Os convocados que não quiserem aceitar o posto têm até cinco dias para apresentar justificativa formal ao tribunal — prazo contado a partir da data da convocação.

A convocação envolve seções eleitorais instaladas dentro de aldeias indígenas, localidades que exigem planejamento logístico específico por parte da Justiça Eleitoral. A atuação dos mesários nesses pontos é considerada uma etapa sensível do processo eleitoral, dada a particularidade geográfica e cultural dos territórios envolvidos. Quem tiver dúvidas sobre os termos da convocação deve buscar orientação diretamente no cartório eleitoral da sua zona.

Prazo para recusar e consequências para ausências

O mesário que não quiser aceitar a função dispõe de até cinco dias para formalizar a recusa junto ao TRE-MS. Já aquele que aceitar — ou simplesmente não apresentar justificativa dentro desse prazo — e ainda assim deixar de comparecer no dia do pleito enfrenta consequências previstas na legislação eleitoral.

O TRE-MS deixa claro que o convocado ausente sem justa causa tem até 30 dias após a realização da eleição para apresentar sua justificativa ao tribunal. Esgotado esse prazo sem manifestação, o caso pode resultar em penalização pela Justiça Eleitoral. A regra se aplica a todos os mesários convocados, independentemente de onde estejam designados para atuar — incluindo os que trabalharão nas aldeias de Maracaju e Caarapó.

Fontes: TRE-MS; MIDIAMAX