Tereza Cristina articula apoio e entra no radar para disputar a presidência do Senado

Senadora de Mato Grosso do Sul é apontada como um dos principais nomes para a sucessão de Davi Alcolumbre em 2027

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A senadora Tereza Cristina (PP-MS) passou a figurar entre os principais nomes cotados para a disputa da presidência do Senado Federal em 2027. Embora ainda não tenha oficializado candidatura, a parlamentar tem defendido que a escolha do próximo presidente da Casa seja discutida pelos senadores da próxima legislatura, mantendo aberta a possibilidade de concorrer ao cargo. 

O tema ganhou repercussão nacional após a federação formada por União Brasil e Progressistas (PP) manifestar apoio à permanência do atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Mesmo diante desse cenário, Tereza Cristina tem ressaltado que a decisão caberá aos 81 senadores por meio de votação secreta, prevista para fevereiro de 2027. 

Nos bastidores do Congresso Nacional, a senadora sul-mato-grossense é vista como uma das alternativas com capacidade de reunir apoio de diversos partidos, especialmente em razão de sua atuação à frente do Ministério da Agricultura durante o governo de Jair Bolsonaro e da forte ligação com a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

Outros nomes também aparecem entre os possíveis candidatos, como o senador Rogério Marinho (PL-RN), ampliando as articulações para a sucessão no comando da Casa. 

Caso confirme a candidatura e obtenha ao menos 41 votos dos 81 senadores, Tereza Cristina poderá se tornar a primeira mulher a presidir o Senado Federal na história do país. A possível candidatura também amplia a projeção política de Mato Grosso do Sul em Brasília e coloca o Estado no centro das discussões sobre a futura composição das principais lideranças do Congresso Nacional. 

Fonte: Senado Federal