Ponte sobre o Rio Paraguai em Corumbá fecha por 19h neste sábado
Bloqueio total começa às 17h de sábado e vai até meio-dia de domingo para concretagem; obra de R$ 11,7 milhões segue com meia pista desde junho
Divulgação/AGESUL
A ligação entre Corumbá e o restante do país pela BR-262 vai parar por quase 19 horas neste fim de semana. A Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) vai bloquear totalmente o tráfego na ponte sobre o Rio Paraguai das 17h de sábado (7) até o meio-dia de domingo (8), para fazer a concretagem de trechos da estrutura.
A obra de recuperação da ponte soma R$ 11,7 milhões e é tocada em parceria com o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes). O horário do bloqueio não foi escolhido por acaso: fim de tarde e madrugada são os períodos de menor movimento na rodovia, o que reduz o tamanho da fila que se forma dos dois lados da ponte.
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Quem mora ou trabalha na região precisa reorganizar a agenda de viagens para o fim de semana. A Agesul recomenda que motoristas, transportadoras e moradores saiam na frente e fiquem atentos à sinalização que já está instalada no trecho. Ambulâncias e veículos de segurança pública terão passagem garantida durante a interdição, com equipes de apoio escaladas pela própria Agesul para acompanhar esses casos.
Obra já reduz pista desde junhoO bloqueio total de sábado não é a primeira restrição na ponte. Desde junho, o tráfego roda em meia pista, no sistema de pare e siga, sustentado por plataformas metálicas montadas durante a obra. As interdições completas, como a deste fim de semana, são programadas com antecedência e avisadas à população antes de cada etapa.
Com 1.890 metros de extensão, a ponte é uma das principais portas de entrada e saída de Corumbá, essencial para o transporte de cargas, o turismo e o deslocamento diário de quem vive na região pantaneira. "Estamos avançando para uma recuperação completa da estrutura, com soluções definitivas e tecnologia adequada. Essa ponte é estratégica para Corumbá e para todo o Pantanal, e nosso compromisso é garantir segurança e durabilidade para quem depende dela diariamente", afirma o secretário de Infraestrutura e Logística (Seilog), Guilherme Alcântara de Carvalho.
A Agesul garante que as próximas etapas de interdição também serão divulgadas com antecedência, para que moradores, visitantes, empresas e transportadoras consigam se planejar. A estrutura segue sob monitoramento até a conclusão das obras, sem data final anunciada até o momento.
A rotina de bloqueios parciais na região já vinha sendo registrada em outra ponte estratégica do estado, como mostrou o acompanhamento da ponte da Rota Bioceânica entre Brasil e Paraguai, também monitorada de perto pelo governo do estado.
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Fontes: AGESUL