Campo Grande amanheceu com ruas alagadas, árvores no chão e semáforos apagados depois do temporal que atingiu a cidade na madrugada e na manhã desta quinta-feira, 15 de outubro de 2026. Segundo o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul (Cemtec-MS), o volume médio de chuva na Capital chegou a 82 milímetros em 24 horas, acompanhado de granizo e rajadas de vento em diferentes bairros.
A Prefeitura confirmou que secretarias e órgãos operacionais seguem mobilizados para dar conta dos estragos: remoção de árvores e galhos caídos, desobstrução de vias, limpeza de bocas de lobo e conserto de semáforos danificados pelo temporal. O trabalho é tratado como prioridade porque envolve risco direto à segurança de quem circula pelas ruas da cidade.
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Moradores que tiveram casas danificadas podem recorrer à Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (Emha), que distribui lonas para cobertura provisória de imóveis atingidos, conforme avaliação de cada caso. Famílias em situação de vulnerabilidade também podem procurar os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) do bairro, que avaliam a possibilidade de liberar cesta básica ou cobertor emergencial.
A Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil acompanha a situação em tempo real e pode orientar moradores ou determinar a avaliação de imóveis em risco, dependendo da gravidade da ocorrência registrada em cada região da cidade.
A previsão aponta para novas pancadas de chuva ao longo da noite desta quinta-feira. Para sexta-feira (16), a expectativa é de pancadas e possíveis trovoadas pela manhã e no início da tarde, com tendência de melhora a partir do fim da tarde, podendo mudar conforme o comportamento do tempo. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém aviso de tempestade para Campo Grande, com risco de chuva forte, vento e queda de granizo.
A orientação de segurança é a mesma de sempre em temporais: não se abrigar sob árvores, evitar atravessar ruas alagadas a pé ou de carro, manter distância de fios elétricos caídos e não se aproximar de estruturas que apresentem risco de desabamento.
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Fontes: PREFEITURA DE CAMPO GRANDE; CEMTEC-MS; INMET