Bezerro sobe 3,68% no mês em MS e aperta margem do pecuarista

Indicador do Cepea/Esalq mostra bezerro a R$ 3.572,96 em Mato Grosso do Sul, enquanto boi gordo em SP avança 7,03% no mês

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Emilio Sánchez Hernández/Pexels
Emilio Sánchez Hernández/Pexels

O preço do bezerro em Mato Grosso do Sul fechou outubro de 2026 em alta. Pelo Indicador do Bezerro Cepea/Esalq, a cabeça foi cotada em R$ 3.572,96 no dia 30 de outubro, com avanço de 1,21% em relação ao dia anterior e de 3,68% no acumulado do mês. Um dia antes, em 29 de outubro, o valor estava em R$ 3.530,19.

O movimento de alta no preço da reposição aparece no mesmo período em que o boi gordo também subiu. Pelo Indicador do Boi Gordo Cepea/Esalq, referência para o Estado de São Paulo, a arroba foi cotada em R$ 389,90 em 30 de outubro, alta de 0,18% no dia e de 7,03% no mês. No pregão anterior, em 29 de outubro, a arroba valia R$ 389,20.

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Enquanto o boi para abate engorda no caixa do produtor, repor o plantel fica mais caro: o bezerro acumula alta maior que a do boi gordo no mês em termos proporcionais, pressionando quem precisa comprar animais para recria em Mato Grosso do Sul, um dos principais estados pecuaristas do país.

No campo da lavoura, o algodão sul-mato-grossense segue estável. O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) do IBGE, divulgado em setembro de 2026, manteve a estimativa de produção de algodão herbáceo da safra 2025/26 em 165.328 toneladas, mesmo número já apontado em agosto. A área plantada soma 30.399 hectares, com rendimento médio de 5.531 kg por hectare.

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Fontes: IBGE; CEPEA/ESALQ


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