Agesul contrata asfalto de R$ 4,8 milhões para dois bairros de Coronel Sapucaia

Jardim Antunes e Jardim Mate das Laranjeiras vão ganhar pavimentação e drenagem; empresa tem 17 meses para entregar a obra

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Tolga Durum/Pexels
Tolga Durum/Pexels

A Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) fechou contrato para pavimentar dois bairros de Coronel Sapucaia, cidade na fronteira com o Paraguai a cerca de 370 km de Campo Grande. O pacote de obras, que soma R$ 4.866.210,00, inclui drenagem de águas pluviais e vai atender o Jardim Antunes (Etapa 2) e o Jardim Mate das Laranjeiras.

Ruas sem asfalto são queixa recorrente em cidades pequenas do interior de Mato Grosso do Sul, onde a chuva costuma transformar vias de terra em lama e dificultar o acesso de moradores, comércio e até ambulâncias. É nesse cenário que entra o investimento estadual, resultado de um processo licitatório já concluído pela Agesul, com empresa vencedora definida e homologação assinada pela autoridade responsável.

Prazo de 17 meses para entregar o asfalto

Pelo cronograma definido no contrato, a empresa contratada tem 540 dias, o equivalente a 17 meses, para concluir os serviços nos dois bairros. O prazo cobre tanto a parte de pavimentação quanto a estrutura de escoamento de água de chuva, item que costuma ser determinante para a durabilidade do asfalto em regiões de solo arenoso, comuns na faixa de fronteira sul-mato-grossense.

A obra em Coronel Sapucaia integra uma onda mais ampla de investimentos em infraestrutura urbana que o governo do Estado tem direcionado a municípios pequenos, num movimento parecido ao que já ocorreu em bairros de Campo Grande, como mostrou o MSConecta ao noticiar que a Capital liberou R$ 81 milhões em obras no Lagoa e mais quatro bairros.

Fronteira também disputa espaço no orçamento estadual

Coronel Sapucaia fica na região do Cone Sul, área que concentra boa parte do comércio de fronteira com o Paraguai e que também vem sendo contemplada com obras de pavimentação em cidades vizinhas, como Dourados e Ponta Porã, segundo registros recentes da própria Agesul. O destino do dinheiro público nesses municípios passa por licitação e, depois de homologada, a execução fica sob fiscalização do órgão estadual até a entrega final do asfalto.

Até a conclusão da obra, moradores dos dois bairros seguem sem data certa de início das máquinas em campo, já que o contrato publicado trata apenas da formalização do processo e da definição do prazo máximo de entrega.

Fontes: AGESUL


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