Conheça o nome dos integrantes da equipe que fará a transição de governo de Mato Grosso do Sul

Durante uma reunião na manhã desta quinta-feira (17), o atual e o novo governador anunciaram os nomes

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Por redação

Eduardo Riedel anunciou, na manhã desta quinta-feira (17), os nomes que irão compor a equipe de transição do Governo de Mato Grosso do Sul.

Pelo atual governo, vão trabalhar no processo de passagem entre as gestões:

- Ana Carolina Ali Garcia: Procuradora-Geral do Estado de Mato Grosso do Sul;

- Flávio César Mendes de Oliveira: Secretário-adjunto de Governo e Gestão Estratégica;

- Ana Carolina Nardes: Secretária estadual de Administração e Desburocratização;

- Fabio Alexandre de Castro: Superintendente do Tesouro

Pelo governo eleito, integram o time de transição:

- José Carlos Barbosa: deputado estadual e vice-governador eleito;

- Sandra Amarilha: Economista e mestre em desenvolvimento local, atua como gerente da Unidade de Gestão Estratégica e Comunicação do Sebrae/MS;

- Thaner Castro Nogueira: Superintendente de Gestão Estratégica do atual governo;

- Ricardo Senna: Secretário-adjunto de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar do atual governo

Barbosinha foi designado como coordenador da comissão de transição. Durante a coletiva de imprensa, foi destacado que os trabalhos começam hoje e vão até o dia 16 de dezembro, quando será apresentado um relatório com as análises de cada secretaria do Governo e suas demandas.

Reinaldo Azambuja, atual governador do Estado, afirmou que na próxima semana anunciará o calendário das três folhas de pagamento que ainda estão sob gestão dele.

Além disso, ressaltou que a situação fiscal de MS é extremamente positiva e que o estado é um dos únicos a ter tido aumento no PIB em 2020, ano em que a pandemia afetou diretamente a economia do país.

Eduardo Riedel destacou que qualquer anúncio sobre secretariado será feito só depois dessa data e antes do Natal.

“A gente já tem um modelo muito enxuto. Vamos lembrar que Mato Grosso do Sul é um dos estados com menor número de secretarias do Brasil, fruto de um trabalho que foi sendo construído ao longo do tempo. A gente tem em mente sim algumas transformações, mas que a comissão vai se debruçar para avaliar a viabilidade. É difícil dizer hoje se vai aumentar uma ou diminuir uma secretaria, mas o que nós temos que fazer é dar operacionalidade, eficiência para as políticas públicas. A estrutura vai refletir esse entendimento. Então prefiro aguardar pra gente avaliar, dentro daquilo que tem, a comissão vai se debruçar sobre a estrutura a ser proposta. Mas é com certeza uma estrutura enxuta e que dê resultado para a população. Esse é o objetivo”, declarou Riedel.