Por Ana Laura Menegat
Neste mês de julho, a prévia da inflação oficial fechou em 0,13%, sendo menor que o mês passado (0,69%) e também inferior ao mesmo período de 2021 (0,72%). Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15).
Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) esta é a menor taxa mensal marcada desde junho de 2020, mês que teve apenas 0,02%. Os principais alimentos que colaboraram para a alta de preços são derivados de leite, como o leite longa vida, que subiu 22,27%, o requeijão, com alta de 4,74%, a manteiga, de 4,25% e o queijo de 3,22%. Além disso, frutas (4,03%), feijão-carioca (4,25%) e pão francês (1,47%) também tiveram alta nos preços.
Já os transportes registraram deflação, ou seja, queda de preços em 1,08% em julho, sendo uma queda mais expressiva que no mês anterior, que havia registrado inflação de 0,84%. Além disso, os combustíveis também tiveram reduções significativas, de 4,88%. No caso da gasolina, a redução foi de 5,01% e do etanol de 8,16%. Essa deflação nos combustíveis facilita a vida da população e já impactou o valor nos postos de gasolina de Dourados, no interior do estado. Confira na matéria (link pra matéria da gasolina em dds).