Samba, rap e sertanejo: Artistas do MS

Confira mais indicações musicais com estilos variados para aproveitar

Por

DAFRONT

Natural de Ponta Porã, DaFront conheceu a cultura hip/hop por meio do break dance. Em 2011, se mudou para Campo Grande e já engrenou sua carreira no mundo da música, em batalhas de rap que aconteciam na cidade. Depois disso, foi um dos fundadores do grupo Locoleste, com muita repercussão no estado. Em seu trabalho, DaFront busca trazer a história da fronteira seca entre o Brasil e o Paraguai, com trabalhos em português e espanhol e assuntos voltados à relação fronteiriça de Mato Grosso do Sul. Atualmente, tem carreira solo produzida pela Locked Inc. E 4i18 mob. Um de seus últimos trabalhos, Cabrón, o cantor atingiu a marca de 23 mil visualizações em um mês.

LINK|-|https://youtu.be/-SnkBYxV_Aw|-|Ouça o som!

MARIA IZABEL

Maria Izabel começou sua carreira no interior de Mato Grosso, em Sorriso, onde nasceu. Desde criança, a paixão pela música era evidente para a família e, com sete anos, ganhou seu primeiro violão. A partir do momento em que aprendeu a tocar, a participação em audições, festivais, eventos musicais e rodas de viola viraram rotina. Em seu repertório, a artista gostava de apresentar os clássicos do sertanejo, com músicas de Chitãozinho e Xororó, Paulo e Daniel, Leandro e Leonardo, entre outros. Aos 19 anos, veio para Campo Grande quando em 2016, gravou seu primeiro DVD, Tempos Diferentes, em um heliponto do centro da capital. Aos 23, levou sua música para São Paulo, participando de projetos culturais do governo. Atualmente, se dedica a composições para o seu novo EP, que deve ser lançado ainda em 2021.

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SAMPRI

Nascido em Campo Grande, o Grupo Sampri é formado pela irmãs Magally, Luciana e Renatinha, vindas de uma família de músicos. A ideia de montar o grupo surgiu em 2002, em uma festa de família, mas a estreia das irmãs só aconteceu, de fato, na abertura de um show do Exaltasamba. No grupo, as três cantam e Renatinha compõe. No CD Um Bom Samba Faz Bem (2013) e no DVD Resistência (2019/2020), o grupo gravou boa parte das músicas assinadas por Renata e parceiros. No início da carreira, o pagode predominava no repertório. Após 2006, inseriram mais sambas e, a partir de 2007, a bossa-nova ganhou espaço. Atualmente, a base é o samba, variando entre o samba de raíz, o afro-samba, música baiana, forró, xote, baião e samba-rock. No momento, elas pré-produzem um EP, com previsão de lançamento para o segundo semestre de 2022.

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