Operação da Polícia Federal aprendeu celulares, dinheiro e uma pessoa por comunicação falsa

A Polícia Federal divulgou balanço da operação Bárbaros, que afastou o vereador Rafael Modesto da Câmara do Município de Ponta Porã nesta terça-feira (7)

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Por Wendell Reis | InvestigaMS

A Polícia Federal divulgou balanço da operação Bárbaros, que afastou o vereador Rafael Modesto da Câmara do Município de Ponta Porã nesta terça-feira (7). Durante a operação, uma pessoa que não teve o nome divulgado, foi presa em flagrante por fraude processual, desobediência e comunicação falsa de crime.

Os policiais ainda apreenderam cerca de 9 kg de materiais, incluindo aparelhos celulares, contratos imobiliários e de compra e venda; procurações; mapas de localização de lotes; mídias, orçamentos de materiais de construção, carnês de pagamento e R$ 10 mil reais em espécie.

As investigações tiveram início logo após fiscalização promovida pela Superintendência do Patrimônio da União de MS, vinculada ao Ministério da Economia, na qual foram constatadas ocupações irregulares em imóveis de propriedade da União localizadas no município de Ponta Porã-MS.

Os investigados estão proibidos de contato e aproximação com os servidores da Superintendência do Patrimônio da União-MS.

A Operação Bárbaros contou com quarenta Policiais Federais, das delegacias de Ponta Porã, Dourados e Campo Grande, além da participação de integrantes do Grupo de Pronta Intervenção (GPI) da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul. O balanço da operação, contendo síntese do que fora apreendido, será divulgado no período da tarde.

Segundo a Polícia Federal, o nome da operação remonta à época do Império Romano em que os povos denominados de “bárbaros” não falavam o idioma grego e nem compartilhavam da mesma cultura e modo de organização da sociedade grega. Habitavam o norte da Europa, em uma região conhecida como Germânia, sendo que, a partir do século III d.C., começaram a migrar e invadir as terras do Império Romano do Ocidente.

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