Com escolhido derrapando e rivais em alta, prefeito terá dificuldade para fazer sucessor em Corumbá
O prefeito Marcelo Iunes (PSDB) não terá vida fácil na luta para eleger o sucessor em Corumbá
Por Wendell Reis | InvestigaMS
O prefeito Marcelo Iunes (PSDB) não terá vida fácil na luta para eleger o sucessor em Corumbá. Pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Resultado (IPR) mostrou o prefeito com avaliação modesta e adversários se destacando na corrida pela prefeitura. Na pesquisa de avaliação do governo, 39,41% disseram desaprovar a gestão e 59,28% aprovam. A pesquisa não indica, por exemplo, quantos avaliam como ótima, boa, regular ou ruim, mas o diretor do instituto, Aruaque Barbosa, classifica a avaliação como “de regular a boa”. Quando o eleitor é questionado sobre quem seria a maior liderança do partido no Município, o rival de Iunes, Paulo Duarte (PSB), é quem aparece na frente, com 14,98% da preferência. O prefeito é o segundo, com menos da metade, 6,19%. A situação do prefeito fica ainda pior quando o eleitor é questionado sobre a preferência para a próxima eleição. Três adversários de Iunes estão na frente. Paulo Duarte, 36,48%; Dr. Gabriel (MDB), 20,20%; e Bia Cavassa (PSDB), 19,54%. O secretário de Governo de Corumbá, Luiz Antônio da Silva (conhecido como Pardal), provável candidato de Iunes à prefeitura, vem em quarto lugar, com apenas 3,91% da preferência; seguido por Ubiratan Canhete (PSDB), com 2,28%; e Luciano Costa (PSDB), 1,95%.
O desfile das escolas de samba de Corumbá neste Carnaval deu uma amostra do que promete a eleição. Paulo Duarte, que lidera a corrida para a prefeitura, chamou a atenção do público e também das lideranças políticas do Município.
Em um dos registros, ele aparece com a ex-deputada Bia Cavassa. Juntos, eles somam mais de 55% da preferência do eleitorado na pesquisa. Além da dupla, Luciano Costa (também citado na pesquisa) e três vereadores da base de Iunes: Helinho, Daniel Brambila e Qualhada
O próximo prefeito de Corumbá terá como principal problema a saúde, com 34,85% da citação dos entrevistados; seguido pela falta de asfalto, 20,20%; falta de emprego, com 17,59% e segurança pública, 10,42%.
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