O governo brasileiro está entre os países que mobilizaram ajuda humanitária após os fortes terremotos que atingiram a Venezuela no dia 24 de junho de 2026.
Os abalos, de magnitudes 7,2 e 7,5, provocaram grande destruição, com desabamento de prédios, danos à infraestrutura e um cenário de emergência em várias regiões do país vizinho.
Diante da gravidade da situação, o Brasil manifestou solidariedade oficial e anunciou o envio de assistência emergencial.
O presidente classificou a Venezuela como um “país irmão” e determinou ao Itamaraty a coordenação das ações de apoio, que incluem ajuda humanitária destinada às áreas mais atingidas.
A atuação do Brasil ocorre dentro de um esforço conjunto liderado por diversos países e organizações internacionais.
Equipes de resgate, profissionais de saúde, equipamentos e suprimentos começaram a ser enviados à Venezuela para atender a população afetada, que enfrenta escassez de recursos básicos e dificuldades no atendimento emergencial.
A ajuda brasileira se soma a iniciativas de nações como Estados Unidos e países europeus, além da coordenação de organismos multilaterais, como a Organização das Nações Unidas (ONU), que destacou a necessidade de resposta rápida e coordenada diante da dimensão do desastre.
📊 Tragédia deixou centenas de mortos e milhares de afetados
Os números mais recentes apontam que o terremoto deixou pelo menos 235 mortos, além de centenas de feridos. Milhares de pessoas ficaram desabrigadas após o colapso de edifícios e residências.
Além das vítimas diretas, há estimativas de que milhões de venezuelanos tenham sido afetados, seja pela perda de moradia, interrupção de serviços essenciais ou danos a hospitais e infraestrutura urbana.
As operações de resgate continuam em várias regiões, com equipes buscando sobreviventes sob os escombros e prestando atendimento emergencial às vítimas.
O terremoto que atingiu a Venezuela é considerado um dos mais graves da região nos últimos anos e ocorre em um contexto já marcado por desafios sociais e econômicos no país.