Amarelinha lidera vendas e movimenta comércio de Campo Grande às vésperas da Copa

Torcedores encontram modelos variados com preços que vão do popular ao oficial

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A proximidade da Copa do Mundo já começa a mexer com o comércio em Campo Grande, especialmente na venda de camisas da Seleção Brasileira.

A tradicional “amarelinha” segue como a preferida dos torcedores, impulsionando as vendas em lojas e galerias da Capital.

Com a estreia do Brasil se aproximando, comerciantes relatam aumento na procura, principalmente após a convocação oficial.

A tendência é que o movimento cresça ainda mais nos dias que antecedem os jogos, com consumidores buscando garantir o uniforme para entrar no clima do torneio. 

Modelos para todos os gostos

Nas araras, a diversidade é um dos atrativos. Além da camisa amarela tradicional, também há versões:

azul (uniforme reserva) modelos retrô opções estilizadas sem escudo oficial
versões femininas, infantis e personalizadas

Os modelos oficiais, vendidos em grandes lojas e sites, possuem tecnologia esportiva e acabamento premium.

Já as versões de torcedor são mais simples e acessíveis, mantendo o visual semelhante ao uniforme usado em campo.

Quanto custa vestir a Seleção

Os preços variam bastante dependendo do tipo de produto e do local de compra:

🛍️ Comércio popular e lojas de rua

Entre R$ 30 e R$ 35 em regiões comerciais da Capital
A partir de R$ 24,99 em redes varejistas

🏪 Camelôs e camelódromo

De R$ 50 a R$ 300, conforme modelo, acabamento e detalhes

👉 Nos camelôs, as peças costumam ter maior variação de qualidade, mas seguem como opção mais procurada por quem busca economia.

🛒 Lojas oficiais e online

A partir de cerca de R$ 100 (modelos básicos de torcedor) Entre R$ 180 e R$ 300 (versões mais completas)
Até cerca de R$ 750 (modelo idêntico ao usado pelos jogadores) 

Tradição que atravessa gerações

Para muitos torcedores, comprar a camisa a cada Copa já virou tradição.

Famílias inteiras se organizam para assistir aos jogos vestindo as cores do Brasil, reforçando o clima coletivo que o torneio desperta.

Além do vestuário, a movimentação também se estende para acessórios como bandeiras, chapéus e itens personalizados, ampliando o impacto da Copa no comércio local.

Com opções para diferentes bolsos — dos camelôs às lojas oficiais — a verdade é que, mais uma vez, a amarelinha deve dominar as ruas e arquibancadas improvisadas durante o Mundial, mantendo viva a esperança pelo hexa.