Carteira de Identidade Nacional passa a valer para viagens em países da América do Sul

Brasileiros poderão usar o documento em substituição ao passaporte em oito destinos da região

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Os brasileiros já podem utilizar a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) para viajar a países da América do Sul sem a necessidade de apresentar passaporte. A medida foi oficializada no fim de maio e amplia o uso do documento unificado em deslocamentos internacionais dentro da região.

A autorização segue acordos firmados no Mercosul, que permitem a circulação de cidadãos entre países participantes com documento de identificação válido.

🌎 Países que aceitam a CIN

Com a nova regra, a Carteira de Identidade Nacional pode ser utilizada para entrada nos seguintes países:

Argentina, Paraguai, Uruguai, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Peru.

Os destinos passaram a aceitar a CIN após decisão firmada entre os países do bloco, ampliando a lista de documentos válidos para entrada de brasileiros. 

✈️ Mais facilidade nas viagens

A mudança reduz a burocracia para quem deseja viajar pela América do Sul, especialmente em deslocamentos de turismo. Com o documento, não é mais necessário apresentar passaporte nesses países, desde que todas as exigências sejam cumpridas.

📄 Base legal e regras

A possibilidade de viajar apenas com documento de identidade tem como base os acordos do Mercosul. Segundo orientação da Polícia Federal, o passaporte é dispensado em viagens para países do bloco, desde que o viajante apresente documento oficial de identificação em bom estado e com foto que permita o reconhecimento do titular. 

Também é importante observar que documentos como CNH não são aceitos para esse tipo de viagem. 

📌 Documento mais moderno

A nova Carteira de Identidade Nacional substitui gradualmente o antigo RG e adota o CPF como número único, além de contar com itens de segurança e padrão internacional.

🌐 Integração regional

A ampliação do uso da CIN reforça a integração entre os países sul-americanos e facilita o deslocamento de brasileiros dentro da região, incentivando turismo, relações econômicas e mobilidade.

Com a medida, viajar pelo continente se torna mais simples, acessível e alinhado à nova era de documentos digitais e unificados.