Morre Dácio Corrêa, ícone das colunas sociais de Campo Grande
Jornalista e colunista marcou gerações ao registrar eventos, personalidades e bastidores da alta sociedade sul-mato-grossense
Morreu neste sábado (23), aos 83 anos, o colunista social Dácio Corrêa, um dos nomes mais conhecidos da comunicação em Campo Grande. Ele faleceu em casa e, segundo equipe de enfermagem, a morte foi natural.
Natural de Aquidauana, Dácio construiu uma trajetória marcante no jornalismo, na televisão e na área de eventos, tornando-se referência em uma época em que as colunas sociais tinham papel central na vida social da cidade.
📰 Nome forte do colunismo social
Dácio Corrêa ficou conhecido por registrar festas, casamentos, desfiles e encontros que reuniam figuras importantes de Campo Grande. Seu trabalho ajudou a contar a história social da Capital ao longo de décadas.
Com estilo expansivo e presença marcante, popularizou o bordão“eu vou, mas… eu volto”, que se tornou uma de suas marcas pessoais.
🎤 Carreira além do jornalismo
Ao longo da vida, Dácio atuou em diversas áreas ligadas à comunicação e ao entretenimento:
colunista social apresentador de televisão produtor de eventos
estilista e produtor de moda
Ele também ficou conhecido pela organização de eventos tradicionais, como feijoadas que reuniam políticos, empresários e personalidades da cidade.
Sua residência, no bairro Carandá Bosque, era ponto frequente de encontros sociais e recepções.
🏛️ Passagem pela política
Além da atuação na comunicação, Dácio Corrêa teve participação na vida pública. Foi candidato a vereador em Campo Grande e também atuou como assessor-chefe na Secretaria Municipal de Assistência Social.
🕊️ Legado
Dácio deixa como legado a contribuição para o registro da vida social de Campo Grande em um período no qual o colunismo tinha grande influência na formação de opinião e na valorização de eventos e personagens locais.
Seu nome permanece associado a uma fase importante da história cultural e social da Capital.
Dácio Corrêa foi um dos principais nomes do colunismo social de Mato Grosso do Sul, com atuação marcante no jornalismo, eventos e televisão. Sua morte encerra um capítulo importante da história social de Campo Grande.