Campo Grande investe R$ 1,2 milhão para ampliar e conectar ciclovias

Projeto prevê mais de 11 km de novas estruturas e integração entre regiões da cidade

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Campo Grande investe R$ 1,2 milhão para ampliar e conectar ciclovias
Intervenção busca melhorar a mobilidade urbana e incentivar o uso da bicicleta como alternativa no dia a dia. - Foto: PrefCG
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A Prefeitura de Campo Grande investirá R$ 1,2 milhão para ampliar a malha cicloviária, interligando trechos existentes e criando mais de 11,4 quilômetros de ciclofaixas e ciclovias.

A medida visa melhorar a conexão entre os bairros Anhanduizinho, Segredo e Prosa, facilitando a mobilidade urbana e incentivando o uso da bicicleta como meio de transporte.

A obra, que deve ser concluída em 120 dias, contará com recursos do Tesouro Municipal e convênios federais, transformando a infraestrutura cicloviária em uma rede contínua e segura.

A Prefeitura de Campo Grande vai ampliar a malha cicloviária da cidade com investimento de R$ 1,2 milhão. A medida prevê a conexão entre trechos já existentes, criando uma rede mais contínua para quem utiliza a bicicleta no deslocamento diário.

O projeto inclui a implantação de ciclofaixas, ciclovias e sinalização completa em um percurso superior a 11,4 quilômetros. A proposta é reduzir interrupções no trajeto e melhorar a integração entre diferentes regiões da Capital.

Conexão entre regiões

As intervenções devem alcançar áreas dos bairros Anhanduizinho, Segredo e Prosa, ampliando o alcance da estrutura cicloviária.

Entre os pontos contemplados estão vias importantes, como Rua Carandá, Rua da Candelária, Avenida Tamandaré, Avenida Euler de Azevedo, Avenida Gabriel Spipe Calarge e Rua Antônio Rahe, trechos que concentram fluxo urbano relevante e podem ganhar novas alternativas de mobilidade.

Execução e prazo

A obra será realizada pela empresa vencedora da licitação, com prazo estimado de 120 dias. Os recursos são provenientes do Tesouro Municipal e de convênios com o Governo Federal.

O que muda na prática

A ampliação da malha cicloviária vai além da criação de novos trechos. Ao conectar pontos já existentes, a cidade passa a oferecer rotas mais seguras e funcionais, o que tende a estimular o uso da bicicleta não apenas para lazer, mas como meio de transporte.

Esse tipo de intervenção também impacta o trânsito, ao diversificar as opções de deslocamento e reduzir a dependência de veículos motorizados.

No fim, a efetividade do projeto estará na capacidade de transformar trajetos isolados em uma rede contínua, condição essencial para que a bicicleta deixe de ser alternativa e passe a integrar, de fato, a dinâmica urbana.


FONTE: Prefeitura de Campo Grande
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