Mato Grosso do Sul alcançou a universalização do esgotamento sanitário sete anos antes do prazo definido pela legislação federal, que estabelece 90% de cobertura até 2033. Essa conquista é fruto de investimentos na ampliação da infraestrutura de saneamento, incluindo a construção de redes de esgoto e estações de tratamento. As melhorias têm um impacto positivo na saúde pública e na qualidade de vida, reduzindo doenças e contribuindo para o desenvolvimento urbano e atração de investimentos.
Mato Grosso do Sul alcançou a meta de universalização do esgotamento sanitário sete anos antes do prazo definido pelo Marco Legal do Saneamento. A legislação federal estabelece que os estados brasileiros devem atingir 90% de cobertura de coleta e tratamento de esgoto até 2033.
Com o resultado, o Estado se antecipa ao cronograma nacional e passa a integrar o grupo das unidades da federação com maior cobertura do serviço no país.
O avanço é resultado da ampliação da infraestrutura de saneamento nos últimos anos, com investimentos voltados à expansão das redes coletoras e à construção de novas unidades de tratamento em diversos municípios sul-mato-grossenses.
As obras executadas no Estado incluíram a implantação de quilômetros de redes de esgoto, além da construção de estações elevatórias e de tratamento. A ampliação da estrutura permitiu aumentar a capacidade de atendimento e levar o serviço a regiões que antes não contavam com cobertura.
O processo também envolveu modernização operacional e investimentos contínuos para ampliar a eficiência do sistema de saneamento.
A ampliação da coleta e do tratamento de esgoto tem reflexos diretos na saúde pública e na qualidade de vida da população. O acesso ao saneamento reduz a incidência de doenças relacionadas à água contaminada e contribui para a preservação de rios e mananciais.
Além dos benefícios ambientais, o avanço do saneamento também influencia o desenvolvimento urbano, fortalece a infraestrutura das cidades e contribui para a atração de novos investimentos.