Prefeitura de Campo Grande fará trabalho social em residenciais do Minha Casa, Minha Vida
Ações serão realizadas nos residenciais Jardim Antártica e Jorge Amado para orientar famílias e fortalecer a convivência comunitária após a ocupação das moradias
Foto: PrefCG
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A Prefeitura de Campo Grande firmou convênios com a Caixa Econômica Federal para realizar trabalho técnico social em residenciais do programa Minha Casa, Minha Vida, visando orientar e integrar as famílias que se mudarão para os novos empreendimentos.
As ações incluirão encontros, atividades educativas e orientações sobre a convivência em condomínios e o uso das áreas comuns, visando facilitar a adaptação dos moradores.
Os convênios têm prazo de 24 meses e preveem investimentos de R$ 186 mil no Jardim Antártica e R$ 652.800 no Jorge Amado, com foco na organização comunitária e qualidade de vida no novo habitat.
A Prefeitura de Campo Grande firmou convênios com a Caixa Econômica Federal para executar o trabalho técnico social em empreendimentos vinculados ao programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. A iniciativa prevê ações de orientação, acompanhamento e integração das famílias que irão morar nos novos conjuntos residenciais da Capital.
As atividades serão desenvolvidas nos residenciais Jardim Antártica e Jorge Amado, com o objetivo de preparar os moradores para o processo de ocupação das moradias e estimular a organização comunitária. O trabalho também busca orientar as famílias sobre direitos e deveres relacionados ao uso das unidades habitacionais e das áreas coletivas dos empreendimentos.
Entre as ações previstas estão encontros com moradores, atividades educativas e orientações sobre convivência em condomínios, preservação dos espaços comuns e participação comunitária. A proposta é facilitar a adaptação das famílias à nova realidade habitacional e estimular o diálogo entre vizinhos.
O diretor-presidente da Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários, Cláudio Marques, destaca que essa etapa é considerada fundamental dentro da política habitacional. Segundo ele, a iniciativa busca garantir que os empreendimentos tenham uma organização social desde o início da ocupação.
“Após a entrega das moradias, queremos garantir orientação e acompanhamento às famílias. Esse processo fortalece o convívio entre os moradores e contribui para que os novos residenciais se tornem espaços com mais qualidade de vida”, afirma.
O trabalho técnico social também inclui ações de esclarecimento sobre manutenção dos imóveis, gestão de áreas compartilhadas e estímulo à participação dos moradores nas decisões relacionadas ao dia a dia dos conjuntos habitacionais.
Investimentos e prazo de execução
Os convênios foram publicados no Diário Oficial do Município, o Diogrande número 8.244, com prazo de vigência de 24 meses para execução das atividades.
No Residencial Jardim Antártica, o valor previsto para o desenvolvimento das ações sociais é de 186 mil reais. Já no Residencial Jorge Amado, o investimento destinado ao trabalho técnico social chega a 652 mil e 800 reais.
Os recursos serão aplicados na realização de oficinas, reuniões comunitárias, acompanhamento das famílias e outras atividades previstas nos Projetos de Trabalho Social aprovados pela Caixa Econômica Federal.
Política habitacional busca ampliar suporte às famílias
O trabalho social integra as diretrizes dos projetos habitacionais financiados pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Além da construção das moradias, a política prevê iniciativas voltadas ao fortalecimento da convivência entre moradores e à sustentabilidade dos empreendimentos.
Com o acompanhamento técnico, a administração municipal pretende contribuir para que os novos residenciais tenham maior organização comunitária e melhor utilização das estruturas disponíveis.
A proposta é garantir que a chegada das famílias aos novos imóveis seja acompanhada por orientações que facilitem a adaptação e incentivem o cuidado coletivo com os espaços de moradia.