O BID aprovou um empréstimo de US$ 200 milhões para o segundo trecho da Rota Bioceânica no Paraguai, com 102,5 km de extensão. O projeto inclui melhorias em 27,3 km da Rodovia Nacional PY15, acessando a cidade de Mariscal Estigarribia, e terá um prazo de amortização de 22,5 anos. A Rota Bioceânica, abrangendo 2.400 km e ligando o Atlântico ao Pacífico, visa integrar Brasil, Paraguai, Argentina e Chile. O financiamento permitirá avançar na construção da rodovia, fortalecendo a logística e a economia local no Chaco.
O BID aprovou empréstimo de US$ 200 milhões para financiar o segundo trecho da Rota Bioceânica no Paraguai. O segmento terá 102,5 km de extensão e corresponde à Rodovia Nacional PY15, ligando áreas estratégicas para os polos produtivos do Chaco paraguaio.
O financiamento inclui oito quilômetros de acesso à cidade de Mariscal Estigarribia e melhorias em 27,3 km da via que conecta à zona industrial de Loma Plata. O contrato prevê prazo de amortização de 22 anos e meio, com oito anos de carência, e taxa de juros baseada na SOFR.
Rota Bioceânica: integração regional
Ao todo, a Rota Bioceânica terá 2.400 km, conectando os oceanos Atlântico e Pacífico e passando por Brasil, Paraguai, Argentina e Chile. Em território paraguaio, o corredor terá 532 km, ligando Carmelo Peralta, na fronteira com o Brasil, a Pozo Hondo, na divisa com a Argentina.
O financiamento vai destravar o segundo trecho da rodovia, cujo primeiro já foi concluído e o terceiro está em execução. A obra deve fortalecer a logística regional, reduzir custos de transporte e impulsionar a economia do Chaco.