O setor audiovisual de Mato Grosso do Sul prevê um ano promissor em 2026, impulsionado pelo reconhecimento nacional do cinema brasileiro. Estão previstos programas de animação, editais para produtores locais e a retomada do Rota Cine, que levará filmes a 40 cidades. O Museu da Imagem e do Som receberá melhorias, visando formação de novos profissionais, enquanto a Pantanal Film Commission buscará parcerias com grandes investidores. O objetivo é solidificar o estado como um polo de referência no setor audiovisual.
O setor audiovisual em Mato Grosso do Sul projeta um ano promissor em 2026. O bom momento do cinema brasileiro, com produções alcançando destaque nacional e internacional, fortalece as expectativas de novos projetos, editais e investimentos no estado.
Entre as novidades previstas estão programas voltados para produção de animação, participação em festivais, licenciamento de conteúdos e arranjos regionais, estimulando a diversidade de produções locais.
Nos próximos meses, serão lançados os Editais Pnab Audiovisual em MS, contemplando sete iniciativas regionais e voltadas para diferentes etapas da produção audiovisual.
O Rota Cine também será retomado em 2026, levando cinema a 40 cidades do estado, com exibições de filmes produzidos localmente e fortalecendo o acesso da população a conteúdos nacionais e regionais.
O Museu da Imagem e do Som (MIS-MS) passa por readequação e ganhará estúdio de gravação, estúdio de podcast e laboratório de edição, em parceria com o Instituto Federal e a UFMS, ampliando a capacidade de produção e formação de novos profissionais.
Além disso, a Pantanal Film Commission participará de feiras e encontros para apresentar Mato Grosso do Sul a grandes produtores e investidores do setor audiovisual.
O cinema brasileiro tem alcançado reconhecimento internacional, e isso reflete no estado. Segundo Ana Ostapenko, coordenadora da Pantanal Film Commission, o momento atual ajuda a mudar a percepção sobre o Brasil e seus artistas, abrindo espaço para mais produções locais e novos talentos.
O setor em MS vê essas conquistas como estímulo para ampliar a produção regional e consolidar a presença do estado no cenário nacional.
De acordo com Eduardo Mendes, diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, 2026 será marcado pela ampliação do acesso a produções, incentivo a novos projetos e melhorias na infraestrutura audiovisual.
O objetivo é fortalecer o setor local, criar oportunidades para profissionais da região e projetar Mato Grosso do Sul como polo de referência no audiovisual nacional, acompanhando o crescimento e a visibilidade do cinema brasileiro.