O Hospital Adventista do Pênfigo (HAP), em Campo Grande, iniciou 1.200 cirurgias ortopédicas para pacientes do SUS, em parceria com o Governo de Mato Grosso do Sul. A ação visa reduzir a demanda reprimida por esses procedimentos e melhorar o fluxo assistencial na área, proporcionando atendimento mais rápido a vítimas de acidentes e fraturas. A secretária-adjunta de Saúde acompanhou o início das cirurgias, que também têm como objetivo desafogar a Santa Casa e garantir maior agilidade nos atendimentos ortopédicos.
O Hospital Adventista do Pênfigo (HAP), em Campo Grande, iniciou a execução de 1.200 cirurgias ortopédicas de média e alta complexidade voltadas a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Os procedimentos tiveram início em dezembro de 2025 e devem ser realizados ao longo dos próximos dois meses, como parte de uma parceria com o Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES).
A iniciativa amplia a capacidade de atendimento da rede pública e contribui diretamente para a redução da demanda reprimida por procedimentos ortopédicos no Estado. Somente no domingo (4), foram realizadas 28 cirurgias, reforçando o ritmo intensificado previsto no projeto.
Fortalecimento da rede hospitalar
A parceria estabelece um novo fluxo assistencial para ortopedia e traumatologia, com impacto direto na diminuição do tempo de espera e no aumento da resolutividade dos casos que exigem intervenção cirúrgica. A proposta é garantir que pacientes vítimas de acidentes ou fraturas tenham acesso mais rápido ao tratamento, permitindo o retorno seguro às atividades diárias.
No dia 28 de dezembro, a secretária-adjunta de Estado de Saúde, Crhistinne Maymone, visitou o hospital para acompanhar o início das cirurgias e verificar as condições do centro cirúrgico e da assistência prestada aos pacientes.
“Estamos estruturando o Hospital Adventista do Pênfigo como um apoio permanente à rede, ampliando a capacidade de atendimento para Campo Grande e também para outros municípios do Estado”, destacou Maymone.
Reorganização do fluxo ortopédico
O projeto prevê reorganizar o fluxo de pacientes ortopédicos, mantendo a Santa Casa como referência, mas incorporando o HAP como alternativa para absorver parte da demanda, especialmente nos casos de média e alta complexidade. A medida contribui para desafogar serviços sobrecarregados e garantir mais agilidade na realização dos procedimentos.
“Estamos criando uma alternativa segura e eficiente para que quem sofre um acidente possa ser operado rapidamente e retomar sua vida com dignidade”, afirmou Rodrigo Laraya, coordenador da Ortopedia do HAP.
Impacto esperado
A ação reforça o compromisso do Governo de Mato Grosso do Sul em ampliar o acesso a cirurgias ortopédicas, reduzir a fila de espera e fortalecer a rede de saúde pública estadual, beneficiando pacientes de Campo Grande e de municípios vizinhos.