O Diário Oficial da União publicou a portaria com o calendário nacional de feriados e pontos facultativos para 2026, destacando que nove dos dez feriados cairão em dias úteis, com sete em segundas ou sextas-feiras, possibilitando feriadões. As datas incluem o 1º de janeiro e o dia de Tiradentes, que permitem emendas de até quatro dias. A portaria se refere apenas a feriados nacionais, com feriados estaduais e municipais definidos pelos respectivos Executivos. Também foram estabelecidas regras para compensação de horas em caso de feriados religiosos municipais.
Foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (30) a portaria que estabelece o calendário nacional de feriados e pontos facultativos para 2026. Diferentemente de 2025, o próximo ano será mais favorável para quem planeja descanso prolongado: dos dez feriados nacionais listados, nove caem em dias úteis, sendo que sete deles ocorrem em segundas ou sextas-feiras, formando os chamados feriadões.
Entre as datas que possibilitam folgas ainda maiores está o 1º de janeiro, que cairá em uma quinta-feira, assim como o feriado de Tiradentes, em 21 de abril, que será celebrado em uma terça-feira. Nessas situações, a possibilidade de emenda pode resultar em até quatro dias consecutivos sem expediente, a depender da liberação do ponto facultativo.
Calendário de feriados e pontos facultativos nacionais 2026
Feriados estaduais e municipais
A portaria do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) considera apenas feriados e pontos facultativos nacionais. Datas estaduais e municipais não estão incluídas e devem ser definidas pelos respectivos Executivos. Em Mato Grosso do Sul e em Campo Grande, os calendários locais já foram publicados.
Compensação de horas
De acordo com o texto oficial, nos casos de feriados religiosos municipais, as horas não trabalhadas deverão ser compensadas até o mês subsequente, desde que haja autorização da chefia imediata.
As regras variam conforme a modalidade de trabalho:
Vedações aos órgãos federais
A portaria também estabelece que os órgãos da administração federal estão proibidos de: