Brasil doa 600 mil doses de vacina contra sarampo à Bolívia

País vizinho decretou emergência após confirmar 119 casos da doença

Por Redação
15/07/2025 14h39 - Atualizado há 1 mês
Brasil doa 600 mil doses de vacina contra sarampo à Bolívia
(Créditos: Reprodução)
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O Brasil enviou 600 mil doses da vacina contra sarampo para a Bolívia, que enfrenta um surto com 119 casos confirmados. Em Corumbá (MS), as campanhas de imunização foram intensificadas, especialmente em escolas com muitos estudantes bolivianos. Mato Grosso do Sul recebeu mais de 12 mil doses, embora não tenha registrado casos da doença até o momento. O Ministério da Saúde recomenda a vacinação em duas doses para pessoas de 1 a 29 anos e uma dose única para adultos de 30 a 59 anos. O sarampo é transmitido pelo ar e a vacinação é vital para prevenir surtos, especialmente em períodos sazonais.

Diante do avanço do sarampo na Bolívia, que já contabiliza 119 casos confirmados e decretou emergência nacional, o Brasil enviou 600 mil doses da vacina ao país vizinho. A medida visa conter o surto e proteger a população brasileira em áreas de fronteira.

Em Corumbá (MS), cidade que faz divisa com Porto Quijarro, as ações de imunização foram intensificadas. As doses estão sendo aplicadas até mesmo dentro das salas de aula, onde cerca de 80% dos estudantes são bolivianos.

Mais de 12 mil doses foram destinadas a Mato Grosso do Sul para reforçar a vacinação em Corumbá e Ladário. Apesar do alerta, o estado não registrou casos da doença até o momento, segundo a Secretaria Estadual de Saúde.

Outros estados brasileiros, como Mato Grosso, Acre, Rio Grande do Sul e Paraná, também emitiram alertas para prevenção contra o sarampo.

A vacinação contra o sarampo é indicada em duas doses para pessoas de 1 a 29 anos. Para adultos de 30 a 59 anos, é recomendada uma dose única. O Ministério da Saúde também orientou a aplicação da chamada ‘dose zero’ em bebês de 6 a 11 meses nos estados com maior risco.

O sarampo é transmitido pelo ar, por gotículas eliminadas do nariz e da boca, e a circulação do vírus costuma aumentar no inverno e na primavera. Adultos e jovens são os principais responsáveis pela propagação da doença e, por isso, devem manter a carteira de vacinação atualizada. Gestantes não devem receber o imunizante, pois ele contém vírus vivos, mesmo que enfraquecidos.


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