O hipismo, mais que um esporte, é também arte, lazer e terapia. As pistas com obstáculos para a prática de saltos com cavalos remontam o século XX, quando o esporte começou a ser desenvolvido. A atividade, além de exigir concentração e força, também estimula o íntimo relacionamento entre o cavaleiro ou a amazona e seu cavalo , relação que interfere diretamente nos bons resultados nas provas.
Desde 1900 , o hipismo é considerado esporte olímpico. A primeira competição foi realizada nas Olimpíadas de Paris, em uma prova de saltos. Após alguns anos sem participação nas Olimpíadas, o esporte retornou ao palco olímpico em 1912, em Estocolmo, e até hoje está presente na competição internacional.
Apesar de similares, o hipismo se difere da equitação. Enquanto um é considerado uma prática esportiva com viés de competição, o outro se limita à técnica da montaria, com instruções sobre a postura ideal sobre o cavalo e orientações para se criar uma conexão com o animal. O que acontece, muitas vezes, é que as pessoas, ao estabelecerem um vínculo com o animal e desenvolverem habilidades em cima do cavalo, passam a realizar saltos e manejos e acabam adotando a prática como esporte.
O hipismo, como atividade física, tem muitos benefícios para a saúde: melhora a coordenação motora, o equilíbrio, a postura e a resistência aeróbica, regula a pressão arterial e alivia o estresse, sendo inclusive considerada uma forma de terapia, pois libera serotonina e dopamina, os “hormônios da alegria”.
O hipismo, como atividade física, tem muitos benefícios para a saúde: melhora a coordenação motora, o equilíbrio, a postura e a resistência aeróbica, regula a pressão arterial e alivia o estresse, sendo inclusive considerada uma forma de terapia, pois libera serotonina e dopamina, os “hormônios da alegria”.
A zootecnista, professora e amazona Flávia Okumoto explica que o desenvolvimento na prática do esporte é relativo, varia de pessoa para pessoa, pois é preciso considerar a desenvoltura do aluno. “Tem aluno que gosta do esporte, gosta de cavalos, mas ao montar sente medo e insegurança e isso acaba interferindo no desenvolvimento dele no esporte”, explica.
A professora pontua que o cavalo é como se fosse um espelho do que sentimos. “Se a pessoa, ao montar, se sentir com medo e insegurança, o animal também fica com os mesmos sentimentos”, conta. Contudo, a profissional observa que em seis meses, em média, o aluno já apresenta uma boa evolução e desenvoltura.
Na Escola Hípica Campo Grande, Flávia conta que há cerca de 100 alunos matriculados, muitos deles competidores, principalmente crianças. Entretanto, boa parte dos cavaleiros e amazonas que frequentam o local realizam a atividade para aliviar o estresse e como forma de refúgio, pelo amor que têm aos cavalos. As competições acontecem de forma igualitária entre homens e mulheres e são divididas conforme a altura do obstáculo de salto, não por idade.
Para fazer uma aula experimental na Escola Hípica Campo Grande basta entrar em contato com a empresa e agendar, de forma gratuita, a data da instrução inicial.
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